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Sobre dancaexperimentalufmg

Programa de Dança Contemporânea da Extensão Universitária da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional - EEFFTO da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG. Coordenado pela Profa, Dra. Isabel Coimbra

17° CCODA MOSTRA DE PÔSTERES

MOSTRA DE PÔSTERES ELETRÔNICOS

A EXPERIÊNCIA E PROCESSO CRIATIVO NO CONTEXTO DA DANÇA EM VIDEOCLIPE

Andreza Cristina Oliveira Rodrigues (Bolsista PBEXT- Ação Afirmativa) – UFMG[1]

Carolina Amaral Lopes dos Santos (Bolsista PBEXT) – UFMG[2]

Helbert Junio Alexandrino dos Santos (Bolsista PBEXT- Ação Afirmativa) – UFMG[3]

Profa. Dra. Isabel Cristina Vieira Coimbra Diniz (Orientadora PRODAEX) -UFMG[4]

RESUMO: O presente trabalho tem como objetivo compartilhar a experiência vivida em meio a um “novo normal” gerado pela presença do vírus Covid-19 em 2020 no Programa de Dança Experimental (PRODAEX) da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Desenvolvemos uma pesquisa qualitativa exploratória em que o processo criativo abrange a dramaturgia da Dança, da trilha sonora, do figurino, do espaço ocupado e da edição. O objetivo principal da pesquisa foi a produção de um clipe de dança que diluísse o distanciamento emocional por meio do compartilhamento do trabalho individual e da narrativa pessoal produzido por cada um dos integrantes em sua casa. Isolados pela pandemia, a dança nos uniu e tem possibilitado reflexões e ações nos levando para além de uma proximidade virtualizada. O resultado do trabalho foi publicado em nossas redres social e se encontra também no link:  https://youtu.be/1U6kP0tBLRA

PALAVRAS-CHAVE: Dança. Videoclipe. Processo Criativo.


[1] http://lattes.cnpq.br/5470584886273487

[2] http://lattes.cnpq.br/6321722956943409

[3] http://lattes.cnpq.br/9169718290008174

[4] http://lattes.cnpq.br/8193448308248291

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DANÇA, ESCOLA E PANDEMIA: AS AULAS MEDIADAS PELOS DISPOSITIVOS TECNOLOGICOS NO ENSINO REMOTO EMERGENCIAL

Francisco de Paulo D’Avila Junior– Universidade Católica de Brasília[1]

RESUMO: Como estratégia profilática para conter o avanço da pandemia do Covid-19, as escolas precisaram fechar e a tecnologia passou a mediar os processos de ensino-aprendizagem. O presente texto trata-se de relatos de experiências de um professor de Arte, a partir de práticas em que foi possível experimentar o trabalho com a linguagem da Dança, e que foram realizadas durante o ensino remoto emergencial em Escolas Estaduais de Minas Gerais. O uso de ferramentas tecnológicas para os estudos artísticos, durante a crise sanitária global imposta pelo vírus Sar-cov-2, se tornou uma alternativa viável com a utilização de dispositivos e de aplicativos de criação digital. Além do relato, o texto apresentará uma breve reflexão sobre a tecnologia aliada à educação.

PALAVRAS-CHAVE: Dança. Tecnologia. Pandemia.


[1] Lattes: http://lattes.cnpq.br/1804150373311243

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ENCONTRO DE GRUPOS DE ENSINO PESQUISA E EXTENSÃO (ENGREPE): DIÁLOGOS E INTERCESSÕES EM TEMPO DE ERE: AÇÕES ENTRE A PESQUISA, O ENSINO E A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

Autores: Ana Flávia Ribeiro Otoni (Bolsista PBEXT) – UFMG*

Isabel Cristina Vieira Coimbra Diniz (Orientadora PRODAEX) – UFMG **

RESUMO: No ano de 2020, as atividades de encerramento do segundo semestre ampliaram a proposta de Mostra de Dança, linkando com o Projeto Encontro de Grupos de Ensino, de Pesquisa, e de Extensão (ENGREPE). O objetivo deste trabalho é mostrar a realização do ENGREPE 2020.  Esse evento tem como proposta promover a discussão sobre ações e movimentos desenvolvidos por grupos de pesquisadores, docentes e discentes da UFMG e instituições parceiras como o CEFET/MG e a UEMG, tendo como foco temáticas que envolvam as áreas da Educação Física (bacharelado e licenciatura), da Dança, da Arte, dos Estudos de Linguagens e áreas afins numa perspectiva inter, multi e transdisciplinar. Ademais, busca proporcionar o compartilhamento de saberes, pesquisas, artes e culturas. Em 2020, a temática abordada foi “Diálogos e Intercessões em Tempo de ERE: Ações entre a Pesquisa, o Ensino e a Extensão Universitária”.

PALAVRAS-CHAVE: Diálogo. Compartilhamento. Dança. Transdisciplinaridade. Ciência-saber.


* http://lattes.cnpq.br/2042302390582747

** http://lattes.cnpq.br/8193448308248291

17° SICCODA

MOSTRA VIRTUAL DE DANÇA

SUMÁRIO

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  • 6X LIBERDADE E SEGURANÇA
  • CONFRATERNO
  • DOR NA ALMA
  • ENTRE A PAUSA E O FLUXO
  • ENTRE PORTAS E JANELAS: ATRAVESSAMENTOS DANÇANTES
  • GRAÇA IRRESISTÍVEL 
  • O OLHAR TRANSVERSAL
  • PARA QUANDO O VERÃO CHEGAR
  • PARTO DE MIM
  • POESIA SOBRE DANÇA
  • SERES DE SI
  • SONAR LIVRE A VOAR
  • TRANSITORIEDADE…
  • TRANSVERSALIDADE DANÇADA  
  • UMA VIDA SÓ
  • VÍRGULAS DE UM EU

6X LIBERDADE E SEGURANÇA

Sinopse: O filme propõe uma reflexão sobre as relações tóxicas existentes em torno do cotidiano desse corpo através de uma pergunta inquietante: Preferes estar com segurança e viver sem liberdade ou entre o caos da liberdade sem segurança?

Ficha Técnica:

Intérprete-criador: Kenne Felipe

Imagens: Jalisson lopes e Kennedy Lucas

Música: Olivia Macedo

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CONFRATERNO

Sinopse: O VídeoDança “Con.fra.ter.no” aborda a Teoria de Thomas Hobbes, filósofo que em 1651 escreveu “O Leviatã”, na qual explica que a sociedade em sua essência é cruel, egocêntrica, assim afirmou: “O homem é lobo do homem, em guerra de todos contra todos.”A partir disso, por ser Jusnaturalista, acredita que há uma lei na natureza que permite o ser humano realizar todas as suas vontades. Porém, surgem conflitos e competições entre os próprios indivíduos, dessa forma, em seu Estado de Natureza, haveria brigas e guerras. Após notar isso, Hobbes como Contratualista, percebeu que o Contrato Social, finalizaria as desavenças. Diante dessa abordagem, relacionei com a minha vivência paterna, após perceber diversos embates e desentendimentos mesmos nós sermos tão semelhantes. Portanto, o nosso Contrato Social seria ligado à genética. Conforme isso, o objetivo principal foi conectar a Arte e a Filosofia para explicar a minha relação paterna, utilizando o método indutivo, a partir dos meus relatos de experiências. Além disso, pesquisei por meio de revisão bibliográfica, consultando artigos científicos e vídeos no Youtube para fundamentar a obra, resultando no VídeoDança, fruto do incômodo que me perseguia. Ademais gostaria de ressaltar, que o processo criou uma intimidade e me aproximou do meu pai.

Ficha Técnica:

Produzido e editado por: Marina Alves Facundo em 15 de Maio de 2021.

Intérpretes:

Jarbas Donizete Facundo. Marina Alves Facundo.

Trilha Sonora:

Eternal Youth – Rude

Pavane para uma princesa Morta (Ravel) – Uakti Ganesha Puja – Chandra Lacombe

Radioactivity – Kraftwerk

Across the Board – Basil Poledouris Som da mosca – Youtube

We feel in love, Ran away, and lived our Lives – Infralyd Is there anybody out there? – Pink Floyd

Duração: 13 minutos.

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DOR NA ALMA

Sinopse: “Em meio ao turbilhão

O que eu quero?

O que desejo?

Isso sou eu?

Ou é você em mim?

Eu vejo sua vontade?

Gritos na alma me invadem

Fantasias me iludem

Excessos me escravizam

Tenho vontades sem liberdade

Eu penso, logo existo?

Desejo, logo quero!

Vejo, logo uso!

O que eu controlo?

Aquilo que está perto

Aquilo que adoro

Aflição de pensamento

Angústia de vida

Que vida?

Que amores?

Que dores?

Que cores?

Me dá de novo!

Alguém faz isso parar!

Quem pode?

Eu podia?

Eu…

Quem sou eu?

O que eu quero?

O que eu desejo?

Sair do meio do turbilhão

Seguir o sentido

A saída que não seja fuga

Ver além da dor

Quem pagou o preço da ausência

Quando tudo foi embora

Socorro chega como eternidade

Em tempo presente

Não de ouvir, mas de ver.

Ficha Técnica:

Texto: Raquel Sena (@raquelsena91) e Ildi Silveira (@ildi_silveira)

Trilha Sonora: Daniel Coutinho (@danncoutinho) e Morfose Produtora (morfoseprod)

Narração: Joab Ferreira da Silva (inscrição 11617181)

Dançarina: Joab Ferreira da Silva (inscrição 11617181)

Editor/Produtor: Daniel Coutinho (@danncoutinho_), Morfose Produtora (@morfoseprod), Avalanche Missões Urbanas Underground / Escola de Compulsões (@avalanchemissoes), Dopamina Pós Tudo (dopaminapostudo)

Data da edição: 05/03/2019

Tempo de duração: 03m11s 

Link do YouTube:

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ENTRE A PAUSA E O FLUXO

Sinopse: A arte possui o antídoto de sobrevivência a qualquer tipo de ataque mortal. Nada e ninguém pode matá-la, ela está viva dentro de cada artista é passada de geração a geração, sua história é contínua, seu fluxo intermitente e seu impacto eterno. O artista é o único capaz de trazer beleza para a dor. Ele transforma as lágrimas em poesia, a tristeza em música e a frustração em movimento.

O ser humano desde quando nasce já é batizado no sangue da dor, embora o nascimento de uma nova vida seja sublime é composta de marcas, cicatrizes e sofrimento. A dor carrega uma beleza feia e é exatamente essa estética que precisamos expor nos grandes palcos da vida. A gente não precisa se envergonhar das marcas de violência, nem das cicatrizes de rejeição, abandono e traição, afinal são elas que nos fizeram ser doutores na universidade vida.

Toda a queda é uma possibilidade de continuar caminhando.

Objetivo: O presente trabalho coreográfico de vídeo dança tem por objetivo apresentar uma perspectiva de esperança em meio a situações de dor.

Metodologia: O trabalho foi desenvolvido dentro do ambiente de pesquisa da Cia. Barak. A diretora e coreógrafa Denise Mazzetto trabalhou com processos de cocriação e laboratórios para desenvolver toda a construção do movimento.

Resultado: A proposta coreográfica tem a pretensão de apresentar uma mensagem de esperança e acalanto para o público, oportunizando leituras diferentes a respeito de situações complexas de dor.

Ficha Técnica:

Instituição: Barak Studio Dance Produção: Cia Barak Coreógrafa: Denise Mazzetto

Captação video: Juliano Mazzetto Edição Video: Lorena Mello

Data da edição: 19/07/2021 Tempo de duração: 2 dias Música: Lorena Mello Elenco Bailarinos (as):

Gabriela Marília Moura Ruthes Nathália Oldoni Pereira Giovanna Segalio Marangoni Denise Mazzetto

Stephany de Lima Graboski Amanda Mylene Zari

Kayllany Cristini Lopes Soares Barbosa Gabriela Stephany Bissani Carissimo Eliezer da Silva

Kizzye Winnie Gomes do Carmo da Silva Ketlyn Eduarda Chipaki

Jefferson Vinicius Pinheiro Júnior

Anna Terra Marcello Mathais de Oliveira Roberta Brites Turques da Silva

Maria Eduarda Bernardino dos Santos Tatielen Oliveira Balioli

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ENTRE PORTAS E JANELAS: ATRAVESSAMENTOS DANÇANTES

Sinopse: Nossa proposta para essa videodança, surge de discussões e diálogos decorrentes às necessidades emergentes atuais devido à pandemia Covid-19, durante nossas atividades e experiências no Grupo de Estudos Dança1 do Programa de Dança Experimental-CCODA/EEFFTO/UFMG, no primeiro semestre de 2021. Entre reflexões e pensamentos colaborativos, o dançar entre portas e janelas, como tradução de nossos sonhos, ideias, imaginário e “escritas dançantes” têm sido marcas do ressignificar (individual-coletivo) no cotidiano de cada um de nós.  Que sentido há no abrir, fechar, ficar, seguir, parar, voltar, transpor, transitar, no caminhar e no dançar? Transitoriedade, contemporaneidade, atravessamentos, empatia, costuras, diálogos, arte e transversalidade abrem para rua, para a cidade, para a vida, o ir e vir, para o que vem…E o que virá?

Ficha Técnica:

Projeto Coreográfico e Edição Coletiva:

Ana Flávia Ribeiro Otoni

Andreza Rodrigues

Helbert Junio Alexandrino dos Santos

Isabel Coimbra

Juliana de Jesus Aquino Silva

Orientação e coordenação geral: Profa. Dra. Isabel Coimbra

CIA DANÇA1

Programa de Dança Experimental – PRODAEX

Grupo de Pesquisa Concepções Contemporâneas em Dança – CCODA

Pró-Reitoria de Extensão – PROEX

Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG

PRODAEX/CCODA

EEFFTO – PROEX – UFMG

BELO HORIZONTE

CIA DANÇA1

Tempo de duração: 07:46 minutos.

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GRAÇA IRRESISTÍVEL 

Sinopse: “Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês,  é dom de Deus.

Ficha Técnica:

Trilha Sonora: Cory Asbury (Reckless Love)

Dançarina: Joab Ferreira da Silva (inscrição 11617181)

Editor/Produtor: Mateus Dutra (@matheusdumsch), Angelica Silva (angelicasil.art)

Data da edição: 12/02/2018

Tempo de duração: 03m39s 

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O OLHAR TRANSVERSAL

Sinopse: A transversalidade acontece quando abre-se mão da necessidade de se rotular e de se enquadrar em alguma posição – ser ou não ser.

Quando se entende as limitações de se estar de um lado ou de outro, a escolha de se “estar entre” permite absorver a essência de ambos os lados, permite a abertura às novas e vastas possibilidades. Ocorre a liberdade para se criar e experienciar.

Alcançar a transversalidade é possível quando se adota um olhar livre e utiliza do choque com o novo como processo oportuno para o acolhimento de novas concepções a respeito da interação do indivíduo com o corpo e deste com o meio.

Ficha Técnica:

Dançarina: Andreza Cristina Oliveira Rodrigues

Edição: Andreza Cristina Oliveira Rodrigues

Orientação e Coordenação Geral: Profa. Dra. Isabel Coimbra

CIA DANÇA1

Programa de Dança Experimental – PRODAEX

Grupo de Pesquisa Concepções Contemporâneas em Dança – CCODA

Pró-Reitoria de Extensão – PROEX

Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG

PRODAEX/CCODA

EEFFTO – PROEX – UFMG

BELO HORIZONTE

CIA DANÇA1

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PARA QUANDO O VERÃO CHEGAR

Sinopse: A videodança criada em 2020 em plena pandemia do Covid-19 veio para suprir as necessidades dançantes da Gaya Dança Contemporânea, que em 2020 completou 30 anos de existência como projeto de extensão da UFRN. A videodança mostra os momentos dançantes dos intérpretes-criadores da companhia em plena pandemia e isolamento social. Reflete as experiências com o ensaio remoto, as alegrias, tristezas, frustações vivenciadas durante a pandemia. O objetivo da criação coletiva foi o de experienciar a dança em isolamento social e a partir da partitura criada por cada dançarino unificar trechos dessa criação numa criação de videodança. A metodologia usada para a experiência se deu a partir da Netnografia que é frequentemente aplicada à área de Marketing. Trata-se de uma etnografia no ambiente virtual, possuindo técnicas e métodos específicos para análise de comportamento de consumidores e projetando múltiplas visões de futuro e tendências. Obviamente que a referida metodologia seria revista para aplicação em termos de métodos, técnicas e objetivos para a videodança, muito embora tenha seguido o percurso similar ao que ocorre dentro de sua investigação própria, com a mesma aplicabilidade das ferramentas de coleta de dados em ambientes virtuais. Como resultado tem-se uma videodança criada a partir de referencias de qualidades de movimento sob a ótica labaniana, com duração de 3 minutos e 09 segundos, produzida em isolamento social.

Ficha Técnica:

Criação: Gaya Dança Contemporânea Instituição: UFRN

Trilha sonora: Organism de Chad Crouch (instrumental) e voz off de Geisla Blanco com poema de Clarice Lispector (Composta por urgências)

Elenco: Alef Santos, Andreza Vicente, Antonio Rodolfo Santos, Eugênio Firmino Júnior, Kenne Felipe, Luiz Eduardo Costa, Pedro Henrique Santos e Rodrigo Carlos.

Edição: Kenne Felipe

Direção: Marcilio Vieira e Larissa Marques Data de edição: novembro de 2020

Duração: 3’09’’

Produção: Gaya Dança Contemporânea/UFRN

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PARTO DE MIM

Sinopse:

Esse trabalho é um transbordamento da escrita de uma pesquisa de doutorado em Educação da UDESC, do grupo de pesquisa “Atlas: Geografias, Imagens e Educação”. Tem como objetivo explorar as forças reativadoras das artes de parir coaprendizagens ecológicas. E pretende se fazer com imagens de parto, a partir do estudo de uma geografia dos corpos e suas relações ecológicas. Assim, primeiramente parto de mim, de meu corpo, meu movimento, para depois convidar outros corpos a dançarem comigo. Corpo esse que se percebe como atlas primeiro, que se compõe na relação com o meio. Tendo a imagem de um corpo fusionado (mãe e bebê)   como   meio   e   mundo   primeiro. As imagens trazidas nesse trabalho, (produzidas e editadas de modo experimental com smartphone e edição com o software Movavi vídeo Editor Plus 2021) nos convidam a realizar a viagem de partida desse mundo primeiro, ao reconhecimento do próprio corpo e à entrega do mesmo para as relações ecológicas com a Terra (Grande Mãe). Essa composição de videodança traz os registros cartográficos do início da pesquisa (que começou em agosto de 2020), que se apresentou reativando no corpo pesquisador a vontade de manifestação do movimento expressivo, que ultrapassa os limites das escritas e leituras. Parir em educação é deixar-se transbordar, é mergulhar no desconhecido e fazer emergir de si próprio o desejo de aprender que pede passagem. Parir é viver o processo que abre caminho para o nascimento de outro ser e o renascimento de si próprio. É ser o movimento ativador de vida; é entregar-se à dança cósmica do universo; perceber o mar pulsando dentro do seu corpo a cada inspirar e expirar. Parir e ser parido é abrir-se à transformação, perceber-se ser em metamorfose e, relembrar a passagem evolutiva da água para a terra.

Ficha Técnica:

TRILHA SONORA: Beira Mar, Grupo Ânima – DVD Espelho (2007) e Amor cósmico, Socorro Lira, Álbum Amazônia – entre águas e desertos (2014).

DANÇARINA: Caroline Castro de Mello EDITORA: Caroline Castro de Mello

PRODUTOR (A): Igor da Silveira Berned (produção das imagens). DATA

INSTITUIÇÃO: Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)

DATA DE EDIÇÃO: 07/08/2021

TEMPO DE DURAÇÃO: 7min. e 50seg.

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POESIA SOBRE DANÇA

Sinopse: Vídeodança criada a partir do projeto Luz na Dança.

Ficha Técnica:

Performance: Rogério Ramos

Texto e voz: Lorena Melo

Edição e Produção: Rogério Ramos

Data da Edição: 28 de Abril de 2021

Tempo de duração: 1:19

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SERES DE SI

Sinopse:  Seres de Si nasce na encantaria do corpo da intérprete criadora Luiza Monteiro em uma experiência de imersão com elementos da natureza presentes na praia do Marahú, na ilha de Mosqueiro/PA.

O processo de criação permeia a relação entre corpo, encantaria e poesia, apresentando em formato de videodança o emergir poético do corpo enquanto este encontra-se imerso em si, como também em águas, areias, folhas, pedras, ares…

Seres de Si integra a pesquisa de doutorado de Luiza Monteiro, no Programa de Pós-graduação em Artes da UFPA, e é, ainda, uma continuidade das experiências de imersão poética vividas em temporada de estudos de seu doutorado sanduíche na cidade de Montréal, no Canadá.

Ficha Técnica:

Pesquisa, concepção e performance: Luiza Monteiro

Direção: Feliciano Marques

Figurino e maquiagem: Luiza Monteiro e Feliciano Marques

Captação de vídeo e direção de fotografia: Edielson Shinohara e Allyster Fagundes Edição de vídeo: Edielson Shinohara

Trilha sonora: Karen Tavares

Composição musical: André Nascimento e Jonas Santos

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SONAR LIVRE A VOAR

Sinopse: A coreografia buscar explanar a liberdade extraída ao sonar da natureza, e ao revoar do meu ser esplandece assim livre o suave acorde do vento soprar, riscar um toque de melodia entre folhagem e o céu azul.

Criação: Juliana de Jesus Aquino silva

Coreografia: Sonar livre voar

Interprete: Juliana de Jesus Aquino silva (july Silva)

Filmagem: NataliaCandido

Trilha Sonora: Sons de vento e brisa do mar – Relaxar e meditar (Youtube)

Sons do vento soprando – Gustavo di Souzas (Youtube)

Tempo de duração: 1 minuto e 54 segundos

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TRANSITORIEDADE…

Sinopse: Videodança, produzida pelo projeto Dança 1 do Programa de Dança Experimental da UFMG, produção colaborativa do videodança “Entre Portas e Janelas: Atravessamentos Dançantes. Tivemos como ponto de partida, reflexões sobre nosso cotidiano (alunos bolsistas, alunos voluntários e professora coordenadora do Programa de Dança Experimental (PRODAEX) da Universidade Federal de Minas Gerais, nesse tempo de pandemia e vivendo as experiências do Ensino Remoto Emergencial (ERE) também na UFMG.  Para minha contribuição elaborei este videodança Transitoriedade, com referência aos conceitos nos quais temos refletido. A partir de leituras e reflexões os termos atravessamento, costura, diálogo, a dialética, arte e transversalidade aparecem carregados de sentidos que se dão a ver. Para o roteiro coreográfico e roteiro de edição de vídeo propusemos experiências e performances que transitassem entre portas, janelas, espaços internos e externos.

Ficha Técnica:

Projeto Coreográfico e Edição : Isabel Coimbra

Dançarina: Isabel Coimbra

Orientação e coordenação geral: Profa. Dra. Isabel Coimbra

CIA DANÇA1

Programa de Dança Experimental

PRODAEX

Grupo de Pesquisa

Concepções Contemporâneas em Dança

CCODA

Pró-Reitoria de Extensão

PROEX

Universidade Federal de Minas Gerais

UFMG

PRODAEX/CCODA

EEFFTO – PROEX – UFMG

BELO HORIZONTE

Inverno/2021

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TRANSVERSALIDADE DANÇADA  

Sinopse: Essa vídeodança é resultado das leituras, diálogos e pesquisas desenvolvidas durante as atividades do Grupo de Estudos Dança 1 do Programa de Dança Experimental-CCODA/EEFFTO/UFMG, no primeiro semestre de 2021. Nesse contexto, foi produzido um parágrafo sobre a temática e em seguida um texto dançado.

Dançar é movimentar a alma. É atravessar o desconhecido, para assim conhecer quem sou. O novo traz o estranhamento e o choque, mas é nessa cena que me reinvento como o vento que sempre toma novas direções. Na transversalidade o meu pensar se depara com tantos outros pensamentos, que diferentes ou iguais, misturam múltiplos mundos de novas criações. Experimentar o novo de um renovo, atravessar e reatravessar quantas vezes for preciso esses territórios de conhecimento.

Ficha Técnica:

Criação: Ana Flávia Ribeiro Otoni

Trilha Sonora: Waiting- Andrew Langdon (Acervo free Youtube)

Produtora, dançarina e editora: Ana Flávia Ribeiro Otoni

Filmagem: Ana Flávia Ribeiro Otoni

                 Fernanda Pinheiro Ribeiro Otoni

Orientação e Coordenação Geral: Profa. Dra. Isabel Coimbra

Data da Edição: 09/08/2021

Tempo de Duração: 03 minutos e 6 segundos

PRODAEX/CCODA

EEFFTO – PROEX – UFMG

CIA DANÇA1

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UMA VIDA SÓ

Sinopse: A morte é um absurdo, ela atropela a vida sem pedir permissão. A morte dói no profundo da alma, ela tem a capacidade de escancarar a nossa vulnerabilidade, nos deixando nus. Quando ela chega, voltamos para a origem: do pó da terra para o pó. Para alguns ela significa o fim, para os filhos do Criador ela significa o começo.

Não sabemos o que fazer quando ela chega. Mas enquanto ela não vem, porque não aproveitar a chance de viver e sonhar com o impossível, levantar de manhã e apreciar o cheiro da esperança em meio a tantas derrotas, saborear a alegria e desfrutar do carinho, da amizade das pessoas que nos amam. Porque não poetizar mais, rir mais, fazer mais gentilezas? Porque não desembrulhar essa vida que nos foi dada como uma dádiva? Porque não ficar livre de arrependimentos, sabe aqueles que a gente carrega quando a vida se vai: porque não fiz, porque não falei, e se tivesse abraçado mais, amado mais, perdoado mais… E se!

O presente é agora, a vida é agora. A vida é uma só, aproveite a sua chance!

Objetivo: O presente trabalho coreográfico de vídeo dança tem por objetivo apresentar uma abordagem sobre a efemeridade da vida trazendo como contraponto da morte.

Metodologia: O trabalho foi desenvolvido dentro do ambiente de pesquisa da Cia. Barak. A diretora e coreógrafa Denise Mazzetto utilizou como tema balizador e inspirador para os laboratórios de movimento a antagonia da morte e vida, usando o cenário pandêmico como elemento fundante da proposta.

Resultado: A proposta coreográfica tem a pretensão de despertar o público para uma reflexão profunda a respeito de viver o agora como se fosse o último suspiro, trazer a urgência da vida como a principal demanda à ser sanada.

Ficha Técnica:

Instituição: Barak Studio Dance

Produção: Cia Barak Coreógrafa: Denise Mazzetto

Captação video: Juliano Mazzetto Edição Video: Lorena Mello

Data Edição: 4/07/2021 Tempo de duração: 1 dia Trilha sonora: Lorena Mello Elenco Bailarinos (as): Gabriela Marília Moura Ruthes Nathália Oldoni Pereira Giovanna Segalio Marangoni Denise Mazzetto

Stephany de Lima Graboski Amanda Mylene Zari

Kayllany Cristini Lopes Soares Barbosa Gabriela Stephany Bissani Carissimo Eliezer da Silva

Kizzye Winnie Gomes do Carmo da Silva Ketlyn Eduarda Chipaki

Jefferson Vinicius Pinheiro Júnior

Anna Terra Marcello Mathais de Oliveira

Roberta Brites Turques da Silva

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VÍRGULAS DE UM EU

Sinopse: “Vírgulas de um eu” é uma releitura do clipe musical, Desconstrução, do cantor e compositor, Tiago Iorc, mostrando o que foi assimilado da obra em forma de dança.

Ao longo do vídeo, mostro o que sinto em relação às redes sociais, transmitido como uma espécie de “faca de dois gumes”. Num primeiro momento, elas são o maior meio de ascensão social; já no segundo, busco retratar seus pontos negativos, como o desenvolvimento de ansiedade, pressão social e uma felicidade ilusória.

A obra se constrói a partir de um personagem baseado em partes da minha personalidade, retratando dois lados existentes em seu dia a dia, passando por fases de monotonia e angústia, misturados com falsas tentativas de demonstrar alegria, por meio da interatividade nos ambientes virtuais.

Ficha Técnica:

Produção: Gabriel Sena e Rafael Sena Câmera: Gabriel Sena e Rafael Sena

Coreografia: Gabriel Sena Dançarino: Gabriel Sena Edição: Gabriel Sena e Rafael

Sena Música: Desconstrução – Tiago Iorc (editada)

Data de edição: 05/2021

Minutagem: 4:06

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MOSTRA DE VÍDEODANÇA DA DISCIPLINA DANÇAS PERCURSOS BACHARELADO E LICENCIATURA DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA/UFMG. PROFESSORA: ISABEL COIMBRA

SUMÁRIO

A INTERPRETAÇÃO DOS QUATRO ELEMENTOS

DESPERTANDO O MELHOR DE NÓS

DO RIO DE JANEIRO PARA O MUNDO: FUNK COMO EXPRESSÃO CULTURAL

LÁGRIMAS DE SUOR

LIBERDADE

OLIMPÍADAS: A DANÇA EM FORMA DE ESPORTE

OLÍMPIADAS NO ALCANCE DAS MÃOS

PANDEMIA: DE DENTRO PARA FORA

PISEIRO BREGA FUNK NO COUNTRY

QUADRILHA EM TEMPOS DE PANDEMIA

SE ELES DANÇAM, EU DANÇO

SUPERAÇÃO E ESFORÇO

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A INTERPRETAÇÃO DOS QUATRO ELEMENTOS

Sinopse: O presente vídeo tem por objetivo mostrar a interpretação dos quatro elementos da natureza (Terra, Fogo, Ar e Água) utilizando da dança para expressar nossa visão, tomando como base as séries animadas da Nickelodeon “Avatar, a lenda de Aang” e seu Spin-off, “Avatar, a lenda de Korra”. Com a limitação de espaço por conta da pandemia da Covid-19, todas as gravações foram realizadas nas respectivas casas dos dançarinos, tanto as coreografias quanto os elementos naturais utilizados.

Ficha técnica:

Trabalho produzido na disciplina Danças, turma R2, do curso de Educação Física da UFMG, primeiro semestre de 2021, com a Profa. Dra. Isabel Coimbra.

Direção, Roteiro, Figurino, Coreografia, Interpretação e Filmagem:

Gustavo Palmeiras Ferraz

Hugo Fernandes Diniz

Luis Guilherme Mello Costa

Tiago Lage Batista

Trilha sonora: Through the Fire and Flames (Slow) Cover by Melodicka Bros

Edição: Gustavo Palmeiras Ferraz.

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DESPERTANDO O MELHOR DE NÓS

Sinopse: Com os jogos olímpicos acontecendo o sentimento que muitas pessoas têm é  de começar a praticar esses novos esportes, se baseando em grandes atletas ou até mesmo por achar o esporte interessante. Dessa forma, o “Despertando o melhor de nós” traz esse sentimento de novas experiências que a olimpíadas despertou nos alunos que tentaram demonstrar isso com movimentos dançantes e uma ligação aos esportes que foi retratado.

Forma Coreográfica: A coreografia foi pensada de maneira conjunta, escolhemos representar alguns esportes que estavam nas olímpiadas, tendo em vista as condições de gravação de cada integrante do grupo. Analisando dentre todas as opções de esportes olímpicos, chegamos a conclusão dos seguintes esportes a serem gravados: skateboard, futebol, vôlei, natação, boxe, handebol, levantamento de peso.

Ficha técnica:

Dançarinos (as): Ana Clara Miranda dos Santos, Cecília Isaura de Araújo e Silva, Diego Nogueira Soares, Gustavo de Carvalho Teixeira.

Edição do vídeo: Gustavo de Carvalho Teixeira.

Coreografia: Ana Clara Miranda dos Santos, Cecília Isaura de Araújo e Silva, Diego Nogueira Soares, Gustavo de Carvalho Teixeira.

Produção: Ana Clara Miranda dos Santos, Cecília Isaura de Araújo e Silva, Diego Nogueira Soares, Gustavo de Carvalho Teixeira.

Duração do vídeo: 2 minutos e 8 segundos.

Trilha sonora

Música: Olympic Games (Official Theme) – Rio 2016 – Tema Oficial dos Jogos Olímpicos – “Alma e Coração”.

Autores : Leo da Baixada, Victor Reis  e Rodrigo Marques

Voz: Thiaguinho e Projota

Produção musical – Tropkillaz e Nave

Masterização: Carlos Freitas (Classic Master)

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DO RIO DE JANEIRO PARA O MUNDO: FUNK COMO EXPRESSÃO CULTURAL

Sinopse: Trazido para o Brasil no final dos anos 1970, os primeiros bailes funks eram realizados naZona Sul do Rio de Janeiro, mas com o passar dos anos o gênero do Funk chegou aossubúrbios do Rio e bairros mais pobres. Mesmo esse gênero sendo alvo de muitas críticas emrelação ao seu tipo de dança sensual e as letras que falam sobre as realidades da favela ou

sexo, o funk chegou nas mídias e conquistou espaço internacional. Bem, nosso grupo veio

exaltar esse gênero como forma de desmistificar todas essas críticas, uma vez que o funk é o

sustento para muitas famílias e, frequentemente, é a única forma de lazer para diversas

comunidades e realidades.

Forma coreográfica: As cenas serão gravadas individualmente por conta da COVID-19 e

reunidas no mesmo vídeo através do aplicativo Inshot. Assim, serão desenvolvidas 8 cenas

com planos visuais diferentes para trazer mais interação e movimento ao vídeo.

Trilha sonora:Beat Festa Em Ipanema – Versão Funk. Fev/2020

A trilha sonora está disponível no link e foi escolhida por trazer a canção “Mas que nada” de

Sérgio Mendes que marcou a música popular brasileira. Além disso, na mesma trilha é

encontrada falas de cenas do filme “Rio” em que é exibido o Brasil e seus movimentos

culturais. Assim, em nosso trabalho esta canção vem com ritmo de funk que conversa com a

proposta do grupo de exaltar a cultura popular brasileira.

Ficha Técnica:

Produção: Trabalho Produzido na Disciplina Danças (Bacharelado) do Curso de Educação

Física da UFMG com a professora Isabel Coimbra

Coreografia: Vinicius

Bailarinos: Anna, Luanna, Karine e Vinicius

Edição: Luanna Abreu e Karine Reis

Trilha Sonora: Karine Reis

Parte escrita: Karine Reis

Produção:Anna, Luanna, Karine e Vinicius

Duração: 02:24

Data: Agosto 2021

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LÁGRIMAS DE SUOR

Sinopse: A videodança retrata o drama do início da pandemia para aqueles que praticam esportes coletivos constantemente. Esse drama é retratado na vivência de quatro amigos que sempre praticavam esportes juntos, mas tiveram que se retrairem, separadamente, em suas casas, com todas as barreiras de espaço, de materiais e de tempo para a prática esportiva, bem como lidar com o afastamento das atividades cotidianas e das antigas amizades.

Forma Coreográfica: 16 cenas serão desenvolvidas, 4 por cada integrante. Dessas, 1 será um take dormindo. A outra será uma cena alegre praticando esportes e fazendo uma comemoração dançada de gol. Em seguida, uma cena tensa acordando e colocando máscara. Por fim, uma cena praticando esportes dentro de casa, com uma coreografia dramática. Será editado no software Filmora.

Ficha Técnica:

Dançarinos: Henrique Wetter, Nathan Oliveira, Ricardo Vinicius, Thiago Camargo.

Produtores: Henrique Wetter, Nathan Oliveira, Ricardo Vinicius, Thiago Camargo.

Coreógrafos: Henrique Wetter, Nathan Oliveira, Ricardo Vinicius, Thiago Camargo.

Editor: Nathan Oliveira.

Duração do vídeo: 4:04

Trilha sonora:

Creek Whistle – 08/2020

Snake on the Beach – 12/2020

Sonora – 08/202

Water Truck – 05/2020

Bedtime – 11/2019

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LIBERDADE

Sinopse: Há um ano tudo começou a mudar, algo novo começou a surgir. O uso de máscara e álcool se tornou algo obrigatório, as aulas presenciais foram suspensas, o distanciamento de alguns familiares foi necessário, para o bem de todos. Quem diria que a nossa liberdade de expressão fosse quase nos tirada. Com isso, é certo que esse tempo nos trouxe inseguranças, incertezas e medos. Mais ainda que, sem sair de casa nós encontramos um meio de entretenimento durante a quarentena que nos fez sentir um fio da liberdade de expressão novamente, além disso, nos fez sentir unidos. A rede social TIKTOK foi usada para nos comunicarmos nesse período de distanciamento social. Portanto, a “liberdade” nos faz refletir em como era as nossas vidas antes da quarentena e o que aconteceu depois que a pandemia começou. O tik tok foi um meio de esquecermos, nem que seja por minutos, da realidade do mundo e nos fez sentir que não estamos sozinhos.

Ficha técnica:

Trabalho produzido na Disciplina Dança do Curso de Educação Física da UFMG com a Profa. Dra. Isabel Coimbra.

Criação, Interpretação e edição: Ana Lúcia Tavares, Carolina Mesquita, Júlia Guimarães e Mariana Bruna

Filmagem e Coreografia individual: Ana Lúcia Tavares, Carolina Mesquita, Júlia Guimarães e Mariana Bruna

Coreografia Geral: Ana Lúcia Tavares Edição: Carolina Mesquita de Moraes

 Trilha sonora: Beat What a Shame -TikTok (funk remix)

Long Way to Go – Miguel Johnson

Tempo de duração:2:32min]

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OLIMPÍADAS: A DANÇA EM FORMA DE ESPORTE

Sinopse :Nossa proposta para esse vídeodança surge a partir do momento de Olimpíadas realizadas em Tóquio em 2021. A finalidade é mostrar diferentes movimentos utilizados nos esportes que podem ser observados com um olhar criativo, no qual esses movimentos assumem a forma de dança.

Ficha técnica

Projeto coreográfico e edição coletiva:

Damiane Camargos Rocha

Guilherme Fernandes Lages Ferreira

Laura Lírio Resende Cerqueira

Mariana Moreira de Oliveira

Trilha sonora:

Olimpíadas de Tóquio

Orientação e coordenação geral: Profª. Dra. Isabel Coimbra

MOSTRA DE DANÇAS VIRTUAL 2021

Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional

EEFFTO

Universidade Federal de Minas Gerais

UFMG

EEFFTO – UFMG

BELO HORIZONTE

Inverno/2021

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OLÍMPIADAS NO ALCANCE DAS MÃOS

Sinopse: Olímpiadas no alcance das mãos, é um trabalho que relaciona às olimpíadas com o poder das mãos, e a dança. Com gestos das articulações que compõe a mão, em conjunto com adereços que simulam as competições em menor escala, são representadas as modalidades olímpicas que o Brasil participou e conseguiu medalha em Toquio 2020, com música que nos remete a brasilidade, e ao nosso espírito olímpico ímpar, com o objetivo de homenagear a todos os atletas brasileiros que vencem desafios todos os dias mesmo fora da sua modalidade.

Ficha Técnica:

Produção: Trabalho Produzido na Disciplina Danças (Licenciatura) do Curso de Educação Física da UFMG com a professora Isabel Coimbra

Criação/coreografia/intérpretes: Jamille Torquato, Karoline Guedes, Gabriel Gregório e André Gillis.

Edição: Jamille Torquato Trilha Sonora: Remix de “Mas que nada” de Sérgio Mendes e “Eu quero Festa” música da trilha sonora do filme Rio (2011) do diretor Carlos Saldanha.

Produzido por Blue Sky Studios, Twentieth Century Fox Animation. Disponível em: https://youtu.be/Zr7ixHfs21A Beat sem letra de “Baile de Favela” de MC João. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=d3XtL…

Duração: 3min01seg Data: 13/08/2021 Outros: Inspirados nos pictogramas humanos apresentados na abertura das Olimpíadas de Tóquio.

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PANDEMIA: DE DENTRO PARA FORA

SINOPSE: A proposta dessa videodança carrega a ideia de como a Pandemia da Covid-19 trouxe diversos perspectiva e como cada pessoa lida com seus próprios sentimentos. Na dança é representado em dois extremos, a liberdade e o aprisionamento, demonstrando que o aprisionamento vai além de muros e paredes, que a pior prisão é aquela que criamos em nossa mente, e a liberdade possui inúmeros significados, mas que em tempos difíceis a liberdade mental tem um poder de fazer as pessoas continuarem. Trazemos uma reflexão de como estamos lidando com todos os ocorridos ao nosso redor, estamos parando ou seguindo em frente? Aprisionado ou libertos em nós mesmos?

Ficha Técnica:

Planos de Câmera:

Plano Geral (Câmera aberta)

Tipos de imagens:

Imagens Subjetivas/abstratas

Movimento de Câmera:

Estático

Projeto Coreográfico e Edição Coletiva:

Henrique Mourão Madureira Rocha

Juliana de Jesus Aquino Silva

Matheus de Souza Pereira

Rívia Rafaelle de Souza André

Duração do vídeo: 2 minutos e 17 segundos

Trilha sonora: Light – Autor: Patrick Patrikios

Coreografia: Henrique Morão Madureira Rocha, Juliana de Jesus Aquino Silva, Matheus de Souza Pereira, Rívia Rafaelle de Souza André.

Edição: Rívia Rafaelle de Souza André

Dançarinos: Matheus de Souza Pereira, Rívia Rafelle de Souza André, Juliana de Jesus Aquino Silva.

Orientação: Isabel Coimbra

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS – EEFFTO BELO HORIZONTE

Agosto/2021

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PISEIRO BREGA FUNK NO COUNTRY

Sinopse: Neste trabalho, buscamos fazer a junção do ritmo do piseiro e do funk, juntamente com a coreografia do country, ou seja, o estilo musical do piseiro brega funk e a coreografia do country, como também, pensamos no figurino em um estilo voltado para o country, cowboy ou vaqueiro. Entretanto, o piseiro é um estilo musical derivado do forró, foi criado na região Nordeste do Brasil, onde os artistas utilizam apenas o teclado eletrônico com a voz do cantor. Convém ressaltar que atualmente, com o avanço da tecnologia, houve uma união do piseiro juntamente com o funk, dando origem assim ao piseiro brega funk. Dialogando com o estilo sertanejo e funk, o piseiro instiga a comunicação de diferentes vertentes das preferências regionais, aproximando culturas e gerando novas linguagens e sentido para a dança.

Ficha Técnica:

Produção: Trabalho Produzido pelos alunos Thiago Rodrigues, Túlio Henrique, Victor da Silva e Walisson Henrique, na Disciplina Danças (Licenciatura) do Curso de Educação Física da UFMG, com a professora Isabel Coimbra

Dançarinos: Thiago Rodrigues, Túlio Henrique e Walisson Henrique

Coreografia: Cowboys Vagabundos

Parte Escrita: Túlio Henrique e Walisson Henrique

Edição: Walisson Henrique

Trilha Sonora: Base Piseiro Grátis Uso Livre – Estilo DJ Ivis – Para Compor Compositor – Studio GPE Karaokê

Duração do vídeo: 2:32

Data: 18/08/2021

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QUADRILHA EM TEMPOS DE PANDEMIA

Sinopse: O tema foi escolhido em conjunto com os quatro integrantes do grupo por ser um estilo de dança folclórico coletivo muito popular no Brasil. A dança tem como característica o estilo caipira, e geralmente acontece em junho ou julho. Devido ao distanciamento social provocado pela pandemia do Covid-19, já faz dois anos que os brasileiros não comemoram esse evento típico da festa junina. Por isso, nosso grupo decidiu homenagear essa data comemorativa com os quatro integrantes se caracterizando de caipiras e preparando uma dança típica a fim de lembrar essa festa tão marcante para os brasileiros.

Forma Coreográfica:Foram desenvolvidas 5 cenas, sendo 3 delas dançadas e 2 apenas encenadas. As gravações se deram com o próprio celular dos integrantes, em suas casas, na orientação vertical e com a câmera estática. A edição será feita pelo aplicativo CapCut, com transições simples.

 Ficha técnica:

Produção: Trabalho produzido na disciplina de Danças do curso de Educação Física da UFMG com a professora Isabel Coimbra

Criação/coreografia/intérpretes/bailarinos: Carolina Zatti, Letícia Duarte, Lucas Batista e Thales Augusto

Edição: Carolina Zatti

Trilha sonora: Festa na Roça – Robertinho do Acordeon

Duração: 03:17

 Data: 17/08/2021

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SE ELES DANÇAM, EU DANÇO

Sinopse: Atualmente as pessoas andam muito atarefadas e acaba não sobrando tempo para fazer o que gostam, existem também pessoas bastante tímidas, que se recusam a dançar em público. Neste vídeo, mostramos que a dança é de todos e para todos, respeitando a individualidade de cada um. Nesse sentido, o grupo buscou abordar a trajetória do corpo dançante em seu processo de emancipação e reconhecimento do próprio espaço, tanto externo quanto interno. o grupo buscou explorar o caráter múltiplo e ao mesmo tempo individual da dança, com ênfase no ambiente virtual e na videodança, capaz de despertar e valorizar o que há de melhor em cada indivíduo de forma leve e bem humorada.

Ficha Técnica:

Produção: Trabalho Produzido na Disciplina Danças (Licenciatura) do Curso de Educação Física da UFMG com a professora Isabel Coimbra

Criação/coreografia/intérpretes/bailarinos: Rodrigo dos Santos Salvador, Ítalo Pereira Ribeiro e Luiz Felipe Oliveira

Edição: Luiz Felipe Oliveira

Trabalho de Dança – Quadrilha

Trilha Sonora: Troye Sivan – My My My! (slowed + reverb), Aya Nakamura – Copines – VAI SE TRATAR GAROTA – MC Don Juan, MC Davi e MC Pedrinho – BIPOLAR (DJ 900) Letra

Duração: 4:42 (Quatro minutos e quarenta e dois segundos)

Data: 18/08/21

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SUPERAÇÃO E ESFORÇO

Sinopse: Sabemos que muitas pessoas não acreditam que alguém possa chegar tão longe quanto almeja, chegando a desmotivar quem sonha ( pensa alto). Vivemos em um mundo onde a maioria tem similares expectativas pra vida: formar na faculdade, arranjar um emprego, construir uma família, dentre outros objetivos padrões da sociedade. Muitos daqueles que acreditamos torcerem por nós no começo, na realidade não acreditam que pode dar certo. Isso acontece pelo fato deles não aceitarem que alguém do mesmo ciclo possa chegar tão longe. Como diz o ditado: “As pessoas querem nos ver bem, só não querem nos ver melhor que elas”. Neste aporte nosso grupo buscou desenvolver uma coreografia através de uma música que representasse superação e as dificuldades que essa pessoa poderá enfrentar durante sua trajetória.

Ficha Técnica:

Trabalho Produzido na Disciplina Danças (Licenciatura) do Curso de Educação Física da UFMG com a professora Isabel Coimbra

Coreografia: Guilherme Nascimento de Paula

Dançarinos: Guilherme Nascimento de Paula, Felipe Curvelano Batista Filho, Athos Machado Soares e Daher Henrique Duarte de Castro.

Produção e Edição: Daher & Guilherme

Trilha Sonora: Guiene – Só o começo (Prod. Derik) / 02/08/2021

Duração: 02:00

Outros: Seguindo todos os protocolos de saúde e segurança, o grupo aproveitou a oportunidade deste trabalho para se reunirem na Esplanada Sul do Mineirão, para também terem o primeiro contato com as pessoas de sua turma, já que não tivemos esta oportunidade em decorrência da pandemia.

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17° SEMINÁRIO INTERNACIONAL CONCEPÇÕES CONTEMPORÂNEAS EM DANÇA

APRESENTAÇÃO

Pela 17ª vez temos a alegria de realizar o Seminário “Concepções Contemporâneas em Dança”. Ao longo dos anos o que nos move para essa realização é o anseio por mais oportunidades e espaços para pensarmos o diálogo entre a Dança, a Educação Física e tantas outras áreas de conhecimento e de pesquisa afins.

            Com a pandemia do Covid-19 e a necessidade de mantermos o isolamento social, o evento será realizado no formato on-line entre atividades ao vivo (síncronas) e atividades gravadas (assíncronas) publicadas na plataforma oficial do evento.

            A cada ano, o Seminário propõe diálogos focados na produção em dança na tríade do ensino, da pesquisa e da extensão universitária. Para esse ano, nosso tema é “Estudos Interdisciplinares da Dança: a transversalidade em cena”. Para desenvolver o tema, teremos Palestras; Fóruns; Apresentações orais nos Grupos Temáticos (GTS); Pôsteres eletrônicos; Mostras de Dança e de Videodança.

            Para compor o corpo de conferencistas, convidamos professores, pesquisadores e artistas inseridos em diferentes campos de atuação e linhas de pesquisa em Universidades/Faculdades brasileiras e estrangeiras.

            Para os Grupos temáticos, para a Mostra de Pôsteres, para as Mostras de Dança e de Videodança, foram abertas inscrições para submissão de trabalhos. Os trabalhos aprovados participarão das atividades síncronas conforme a programação do evento.

            O público envolvido são alunos da graduação, pós-graduação, professores e pesquisadores nas áreas da Educação Física, da Dança, das Artes Cênicas, da Psicologia, da Fisioterapia, da Filosofia, Antropologia, Arquitetura, Cinema, Psicologia. Música e da Linguagem, bem como artistas de outras linguagens e de toda a comunidade interessada no estudo, na prática e na pesquisa do “corpo em cena”.

            Como fruto do seminário também temos os Anais publicados em pdf e disponibilizado no site do Evento e no site do Programa de Dança Experimental (PRODAEX)!

            Parte da Programação temos a Exposição Virtual de Arte: Transversalidades com o artista Catarinense Diego dos Santos

            As inscrições permanecem abertas mediante vagas e são gratuitas!

Sintam-se todos(a) muito bem vindos(as) !

Profa. Dra. Isabel Coimbra e Equipe
Programa de Dança Experimental (PRODAEX)
Grupo de Pesquisa Concepções Contemporâneas em Dança (CCODA)
EEFFTO- UFMG

PLATAFORMA OFICIAL DO EVENTO

https://doity.com.br/17-seminario-internacional-ccoda


24/08/2021 Terça-feira


09h30 Web-conferência de Abertura
Estudos Interdisciplinares da Dança: A transversalidade em cena.
Profa. Dra. Isabel Coimbra – UFMG


10h00 Palestra: O espaço da arte nos espaços da cidade: a dança no contexto
Profa. Dra Michelle Sales – UFRJ


11h30 Lançamento e divulgação de livros


14h00 GT1: Estudos Interdisciplinares da Dança: Transversalidades
Profa. Ms.Priscila Ferraz – Paris 8 – FR


19h00 Live: Dança & Prosa (ao vivo pelo Instagram @dancaexp)
Transversalidades – Exposição Virtual de Arte: Tela e Fotografia
Isabel Coimbra UFMG e Diego dos Santos – Espaço Cultural Bezalel SC – Brasil


25/08/2021 Quarta-feira


10h00 Palestra: Poéticas da Dança: Processo e Criação
Prof. Dr. Paulo José Baeta Pereira – UFMG


14h00 GT2 Dança, Arte, Acessibilidade e Inclusão
Profa. Dra. Evanize Kelli Siviero Romarco – UFV


16h00 GT3 Dança, Linguagem e Tecnologia
Profa. Dra Mariana Trotta – UFRJ


19h00 Live Dança & Prosa (ao vivo pelo Instagram @dancaexp)
Dança, tecnologia e processo criativo:
Prof. Dr. Pablo Alonzo Herraiz – Real Academia de Bellas Artes de San Telmo – Espanha e
México e Profa. Dra Siane Araújo – CCODA/UFMG


26/08/2021 Quinta-feira


10h00 Palestra: Metodologia da Pesquisa: Arte & Ciência
Prof. Dr. Chico Machado – UFRGS


14h00 GT4: A Dança na/da Escola: cultura e transversalidade
Profa. Dra. Fernanda Cardoso – UNIMONTES

16h00 Palestra: Modo de cuidado com Terapias Integrativas e Complementares aos Bailarinos. Uma Experiência Exitosa diminuindo o Stress e o Impacto nas Estruturas do Sistema Estomatognatico (Atm, musculos e dentes).
Profa. Dra. Telma Costa Alves – CRO/MG


19h00 Live Dança e Prosa (ao vivo pelo Instagram @dancaexp)
Poética da Dança: Analogia como processo de Pesquisa
Prof. Dr. Ronaldo Nagem – AMTEC/CEFET/MG
Profa. Dra.Olga Valeska CEFET/MG


27/08/2021 Sexta-feira


10h00 Palestra – Dança: possibilidades de estudo e de pesquisa no exterior
Profa. Ms. Lina Donnard – Université de Montreal – CA Profa. Dra. Danièle Desnoyers – Université du Québec à Montréal (UQAM) – CA


11h30 Avaliação e Fechamento do Evento
Isabel Coimbra, Olga Valeska, Siane Araújo, Tatiana Boletini e comissão orgnizadora

II ATIVIDADES ASSÍNCRONAS


EXPOSIÇÃO VIRTUAL DE ARTE – A TRANSVERSALIDADE EM CENA
MOSTRA VIRTUAL DE DANÇA
MOSTRA DE PÔSTERES ELETRÔNICOS



O CONTEÚDO FICARÁ DISPONIVEL NA PLATAFORMA ATÉ 31/08/2021 as 24h00

INFORMAÇÕES GERAIS

PARA O ACESSO AO EVENTO É NECESSÁRIO A OFICIALIZAÇÃO DA INSCRIÇÃO PELA PLATAFORMA DOITY NO LINK https://doity.com.br/17-seminario-internacional-ccoda


APENAS OS INSCRITOS TERÃO ACESSO ÀS ATIVIDADES. A ESTES SERÁ CONCEDIDO CERTIFICADO DE PARTICIPAÇÃO ENVIADO POR E-MAIL. A INSCRIÇÃO COMO OUVINTE É INDIVIDUAL E GRATUITA. 300 É O NÚMERO LIMITE DE INSCRIÇÕES.


OS INSCRITOS COM TRABALHOS EM GTS, PÔSTERES, MOSTRA DE DANÇA E DE VIDEODANÇA, RECEBERÃO CERTIFICADO DE PARTICIPAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE SEUS TRABALHOS VIA PLATAFORMA DO EVENTO.


AS COMUNICAÇÕES ORAIS NOS GTS SERÃO REALIZADAS DE MANEIRA SÍNCRONA NAS DATAS CONFORME PROGRAMAÇÃO.


AS MOSTRAS DE PÔSTERES ELETRÔNICOS, DANÇA E VIDEODANÇA SERÃO REALIZADAS VIRTUALMENTE NO FORMATO ASSÍNCRONO.


O RESULTADO, DOS TRABALHOS SELECIONADOS, SERÁ ENVIADO VIA PLATAFORMA DO EVENTO.


OS BAILARINOS PARTICIPANTES DA MOSTRA DE DANÇA OU DA MOSTRA DE VIDEODANÇA.


INTERESSADOS EM PARTICIPAR NO SEMINÁRIO DEVERÃO EFETUAR A SUA INSCRIÇÃO NA PLATAFORMA DOITY.


OS ANAIS POSSUEM ISSN E SERÃO PUBLICADOS NO SITE DO PRODAEX/UFMG. NELES ESTARÃO INSERIDOS AS PALESTRAS E OS TRABALHOS APROVADOS.


A PROGRAMAÇÃO DO EVENTO ESTÁ SUJEITA A ALTERAÇÕES E FLEXIBILIZAÇÕES CONFORME NECESSIDADES LOGISTICAS.


https://doity.com.br/17-seminario-internacional-ccoda

seminariodedancaufmg@gmail.com


http://www.dancaexperimental.com


http://www.eeffto.ufmg.br

ANAIS – 16 SEMINÁRIO INTERNACIONAL CONCEPÇÕES CONTEMPORÂNEAS EM DANÇA

Belo Horizonte, 2020 v.6, n.1, novembro. ISSN 2358-7512

Pela 16ª vez tivemos a alegria de realizar o Seminário “Concepções Contemporâneas em Dança”. O evento é uma realização do Programa de Dança Experimental da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional (EEFFTO) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Grupo de Pesquisa CCODA. Nessa décima sexta versão, mais uma vez, movidos pelo anseio por oportunidades e espaços para pensarmos a dança, apresentamos uma proposta para estudiosos e comunidade interessada no tema da dança, para conhecer, estudar e compartilhar as experiências e os conhecimentos produzidos nos dias de hoje. O tema desse ano é “Estudos Interdisciplinares em Dança: Arte, Linguagem, Cultura e Diversidade”.

O evento seria realizado em junho de 2020, mas logo no início de março, fomos todos surpreendidos com apandemia COVID-19 e com as consequentes suspensões de todas as atividades presenciais na UFMG. Diante dos acontecimentos foi necessário rever a possibilidade de realização do Seminário Internacional CCODA e de novas datas.

Com a retomada do semestre letivo universitário no formato de Ensino Remoto Emergencial (ERE) para a graduação e com a mobilidade das datas acadêmicas, optamos por manter a realização do Evento, mas no formato virtual. O tema proposto, se reafirmou oportuno, coerente e tangível para pensarmos sobre o presente vivido, principalmente nos últimos meses. O tema do seminário se mostrou como uma oportunidade ímpar para conhecermos, estudarmos e compartilharmos as experiências e os conhecimentos produzidos na área da dança em diálogo com áreas afins tendo em vista o sujeito da dança e na dança em tempos de pandemia COVID-19.

Transpor uma experiência presencial consolidada por 16 anos para a proposta virtual, ainda nos levou a refletir sobre todo o contexto metodológico e logístico do Seminário e, nesse sentido, o modelo virtual nos abriu uma janela de possibilidades e geramos uma programação entre atividades síncronas (ao vivo) e atividades assíncronas (gravadas previamente).

O conceito de espaço e tempo no ambiente virtual, também nos levou a ousar na direção de termos todas as salas assíncronas funcionando ao mesmo tempo durante todo o evento para que os inscritos pudessem escolher o que assistir primeiro e transitar entre os vários conteúdos como lhes aprouvessem. Sonhamos alto e conseguimos inserir no ar o projeto do seminário totalmente on-line!

O evento, desde seu planejamento, escolha pela plataforma e consequentemente a montagem do seminário na plataforma, descortinaram desafios minuto a minuto trazendo experiências novas em cada passo! O Seminário foi realizado gratuitamente para seus participantes inscritos pela plataforma virtual Doity (https://doity.com.br/16-seminario-internacional-concepcoes- contemporaneas-em-dança). 

As atividades síncronas aconteceram por meio de lives e web-conferências via aplicativo do Youtube e Instagram enquanto as atividades assíncronas aconteceram por meio vídeos gravados das palestras, das apresentações orais dos Grupos Temáticos, da mostra de pôsteres, das mostras de dança e de videodança. As atividades síncronas foram gravadas e disponibilizadas posteriormente na plataforma. Cada atividade da programação foi acompanhada por fóruns virtuais assíncronos de conversa em que os conferencistas e apresentadores de trabalhos tiveram a oportunidade de interagir com o público participante para ampliar a discussão temática em pauta por meio de trocas, conversas e networking.

Durante todo o Seminário refletimos sobre o que nos move para sua realização, reafirmando o evento como uma oportunidade e um espaço profícuo para pensarmos o diálogo entre a Dança, a Educação Física e tantas outras áreas de conhecimento e de pesquisa afins.

A cada ano, o Seminário vem propondo diálogos focados na produção em dança na tríade do ensino, da pesquisa e da extensão universitária. O tema desse ano, deu continuidade ao tema desenvolvido em 2019, “Estudos Interdisciplinares da Dança” com o foco nas temáticas da arte, da linguagem, da cultura e da diversidade. Para compor o corpo de conferencistas, convidamos professores, pesquisadores e artistas inseridos em diferentes campos de atuação e pesquisa em Universidades/Faculdades brasileiras e estrangeiras.

Para os Grupos temáticos, para a Mostra de Pôsteres, para as Mostras de Dança e de Videodança, foram abertas inscrições para submissão de trabalhos.  O público alcançado foram alunos de graduação, pós-graduação, professores e pesquisadores das áreas da Educação Física, da Dança, das Artes Cênicas, da Pedagogia, da Psicologia, do Jornalismo, da Fisioterapia, da Filosofia, Antropologia e da Linguagem.   

O evento não se limitou aos quatro dias iniciais para sua realização. Toda a programação permaneceu disponível na plataforma até 31 de dezembro de 2020 e agora se encontra disponível no site do PRODAEX www.dancaexperimental.com distribuída em posts.

Como fruto do seminário apresentamos este volume em Anais com algumas das palestras ministradas no evento no formato de artigo e outras em formato de resumo com os respectivos links do vídeo de apresentação no canal do Youtube. Neste volume, também, se encontram artigos das comunicações orais apresentadas nos GTs, resumos expandidos referentes à Mostra de Pôsteres, além das sinopses, fichas técnicas e respectivos links de cada trabalho inscrito nas Mostras de Dança, de Videodança e de Videodança-documentário. 

Assim, estes Anais estão organizados da seguinte maneira: No primeiro capítulo se encontram a palestras de Abertura do evento em que a autora aborda o tema do seminário com o objetivo de refletir a dança e sua conexões com a arte, a linguagem, a cultura e os temas da diversidade e da inclusão social. Em seguida, estão as palestras ministradas em três Colóquios. 1) Dança, Arte, Diversidade e Inclusão com a presença dos professores Dra. Giselle Guilhon (UFPA), Dra. Anamaria Fernandes (EBA/UFMG) e do Dr. Marcos Campos (UFC). 2) Dança e Linguagem: escrita e prática artística com a presenças dos professores Dr. Antônio Laginha (CLEPUL/Portugal), Dra. Ciane Fernandes (UFBA) e Dra. Siane Araújo (CEFET/MG). 3) Ciências da Dança com a professora Dra. Bárbara Pessali Marques (Bastidores/BH) e a professora doutoranda Tatiana Boletini (UFMG).

No segundo capítulo encontram-se as palestras de professores convidados vinculados aos Grupos Temáticos (GTs). No GT Dança e Processo de Criação contamos com a presença dos Professores: Dra. Mariana Trotta (UFRJ) e Dr. Jardel Sander. No GT Estudos Interdisciplinares da Dança, temos a presença da professora especialista Keila Barros (Fábrica de Artes/BH). Em seguida seguem os artigos alusivos às comunicações orais destes GTs e também do GT “A Dança na/da Escola”.

No terceiro capítulo encontram-se os Resumos Expandidos referentes à Mostra de Pôsteres. Finalmente, do quarto ao sexto capítulo, estão relacionadas as Mostras Virtuais de Dança, de Videodança e de Videodança-documentário.Esperamos que o conteúdo aqui publicado venha contribuir para a reflexão, o enriquecimento e aprofundamento esperado para o conhecimento e para a pesquisa no campo da Dança! 

Acesse e baixe os Anais no link:

ANAIS 16 Seminário Internacional CCODA/UFMG de Isabel Cristina Vieira Coimbra Diniz (Organizadora) está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
Baseado no trabalho disponível em https://dancaexperimental.wordpress.com/2020/12/22/anais-16-seminario-internacional-concepcoes-contemporaneas-em-danca/.

Boa leitura, boas danças!

Profa. Dra. Isabel Coimbra

Programa de Dança Experimental (PRODAEX)

Grupo de Pesquisa Concepções Contemporâneas em Dança (CCODA)

EEFFTO- UFMG

COLÓQUIO: CIÊNCIAS DA DANÇA

A INFLUÊNCIA DO CICLO MENSTRUAL NO DESEMPENHO DA DANÇA

Bárbara Pessali Marques – PhD *

Bastidores – Dança, Pesquisa e Treinamento

RESUMO: Toda mulher fértil sabe que, uma vez por mês, alterações hormonais em seu corpo a permitem engravidar ou menstruar. Contudo, poucas pessoas sabem que essas alterações podem influenciar outros órgãos que não estão relacionados com a reprodução. Mesmo que grande parte dos estudos científicos sejam realizados com participantes do sexo masculino, devido a uma possível influência dos hormônios femininos no desempenho de inúmeras variáveis estudas, ainda não está claro na literatura como as ações secundárias dos hormônios femininos afetam estas variáveis e consequentemente o desempenho em diferentes atividades. Desta forma, resultados de pesquisas científicas nas áreas das ciências do esporte visando o treinamento e a melhora do desempenho nem sempre representam a realidade para praticantes do sexo feminino. Essa defasagem ainda é mais significativa quando a atividade em questão conta com muitos praticantes do sexo feminino, como a dança e as ginásticas. O objetivo deste artigo é levantar a literatura sobre o que é o ciclo menstrual, como a variação dos hormônios femininos acontecem e possíveis influências dessa variação hormonal no desempenho dos saltos e da flexibilidade, movimentos cruciais para o desempenho na dança e nas ginásticas.

PALAVRAS-CHAVE: Ciclo menstrual. Desempenho na dança. Bailarinos. Treinamento. Hormônios femininos.

* http://lattes.cnpq.br/9467160921108828

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ORIENTAÇÕES E ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO PARA BAILARINOS EM TEMPO DE PANDEMIA

Tatiana Lima Boletini*

(Doutoranda em Ciência do Esporte) UFMG

RESUMO: Como a ameaça iminente o COVID-19 continua a varrer o globo, os estúdios de dança são fechados, as apresentações canceladas e as turnês suspensasBailarinos de modo universal estão coletivamente em estado de inércia em suas casas., trazendo consigo sentimentos e transtornos psicológicos  como depressão, estresse e ansiedade que vem  preocupando os profissionais da área da saúde mental que ajudam e cuidam dando suporte a estes bailarinos. Assim o objetivo deste trabalho foi analisar as orientações dos profissionais da saúde mental para bailarinos  em tempo de pandemia. Foi realizado uma análise qualitativa observatório através da fala de profissionais da área da saúde mental, cujo dados foram coletados através da busca em sites que tratam do cuidado mental de bailarinos em tempo de pandemia. Conforme as orientações dos profissionais da saúde se faz necessário uma conexão social através dos aplicativos e plataformas online, a criação de uma nova  rotina, a ampliação de sua identidade e pôr fim a criação de metas e motivação para prosseguir neste tempo de pandemia. Através destas orientações conclui-se que se seguidas os bailarinos alcançarão uma melhora na qualidade de vida trazendo eficácia e bem estar físico e psíquico neste tempo de pandemia.

PALAVRAS-CHAVE: bailarinos, saúde mental, pandemia

* http://lattes.cnpq.br/8528750451345225

COLÓQUIO: DANÇA E LINGUAGEM – ESCRITA E PRÁTICA ARTÍSTICA

O PARADOXO DA ANTI-DANÇA

Prof. Dr. Antônio Laginha

Gabinete de Estudos de História, Cultura e Dança (GEHCD) da Cátedra Convidada FCT/Infante Dom Henrique para o Estudos Insulares Atlânticos e a Globalização. Revista Dança. Centro de Danças Oleiras/Portugal

RESUMO: Entre a provocação e a indiferença, a não-dança tem surgido no panorama terpsicoreano português como um fait divers que nem sempre tem corrido bem, nem se tem levado muito a sério. Embora, em rigor, não se trate de uma “linha” de espectáculos que se oponham ferozmente à dança – coreografada e executada por artistas treinados em códigos acadêmicos e m que a gestão  de movimento prevalece na su base e o espaço vai além das suas mentes – os seus praticantes acabam por recusar em palco qualquer tipo de movimento “expressivo”, ancorando em trabalho físico e, muito mesmo, com caráter virtuoso.

PALAVRAS-CHAVE: Dança. Bailado. História.

Palestra

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COREOGRAFIA AQUÁTICA: DANÇAS E AS ESCRITAS ECOCÊNTRICAS DECORONIAIS

Profa. Dra. Ciane Fernandes – UFBA*

RESUMO: Palestra ministrada em ambiente marítimo ao pôr do sol, propondo a criação, articulação e integração de conhecimentos somáticos inter-relacionais para além da posição sentada diante da tela e do ambiente virtual. Como artistas da dança e da corporeidade não precisamos – nem devemos – congelar o corpo e parar de dançar para escrever sobre/com esta arte. É justamente nosso modo único de fazer conexões no e através do movimento corporal – inclusive em pausa dinâmica, mas sempre ativando o corpo como um todo e no todo do ambiente -, que nos inspira a criar uma escrita corporificada que atravessa as restrições psicofísicas, sociais e políticas da atual pandemia. A partir da sabedoria celular de nossa corporeidade – da qual 80% é constituída de água -, reconquistamos modos coerentes com a fluidez de pesquisas vivas, diluindo a dicotomia entre corpo e mente, movimento dançado e escrita controladora. É no território instável de ondas marítimas em fluxo constante que (re)encontramos nossa terra natal de pesquisas guiadas pelo movimento, entre célula primordial ancestral e as múltiplas artes de um futuro ecocêntrico.

PALAVRAS-CHAVE: Imersão como Pesquisa; Somática; meio ambiente; pandemia.

*http://lattes.cnpq.br/2276710235171349

Palestra

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DANÇA E LINGUAGEM: RELAÇÕES ANÁLOGAS ENTRE POESIA E VIDEODANÇA

Profa. Dra. Siane Paula de Araujo– CEFET-MG*

RESUMO: Este texto para palestra apresenta uma proposta de aproximação entre os campos da Dança e da Linguagem sob a partir das experiências de produção e leitura de performances filmadas e videodanças de própria autoria que relacionam dança e poesia. Tão logo, se destaca a videodança Assombros (2020) baseada no poema homônimo de Olga Valeska sob a perspectiva de leitura semiótica peirciana e do viés do raciocínio analógico presente na Teoria da Metáfora Conceptual, de George Lakoff e Mark Johnson. Nesse contexto, a videodança é impregnada de sentidos e significados digitais estabelecendo relações de semelhanças e diferenças entre o poema e a dança na tela compondo uma escrita poético-corporal. 

PALAVRAS-CHAVE: Dança. Linguagem. Poesia. Videodança. Analogia. 

*http://lattes.cnpq.br/7585761656458342

Palestra

COLÓQUIO: DANÇA, ARTE, DIVERSIDADE E INCLUSÃO

10 MINUTOS COM JEAN-JACQUES

Profa. Dra. Anamaria Fernandes* 

EBA/Universidade Federal de Minas Gerais

RESUMO: Nesta fala, Anamaria Fernandes, dançarina, coreógrafa e professora, traz algumas reflexões sobre um encontro marcante em sua vida profissional e pessoal. Um divisor de águas. Jean Jacques Cousin, homem de meia idade, com síndrome de Down morava, e ainda mora em uma Instituição na cidade de Rennes (França). Foi nesse espaço que Anamaria iniciou seu trabalho com pessoas em situação de deficiência intelectual profunda. A aventura com Jean-Jacques durou 12 anos e só terminou quando Anamaria deixou o país. Jean-Jacques foi o tema de seu mestrado e a ele foi dedicada sua tese de doutorado.

PALAVRAS-CHAVE: Dança. Arte. Diversidade. Inclusão

*http://lattes.cnpq.br/1812563027585805

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DANÇA E ESTIGMA: POR QUE, NA ESCOLA, A DANÇA É “COISA DE MENINA”?

Prof. Dr.Marcos Antônio Almeida Campos*.

Universidade Federal do Ceará

RESUMO: Esse trabalho tem como objetivo investigar possíveis motivos para a construção da representação que liga a dança na escola apenas às meninas/mulheres. Meninos/homens quase sempre se viram impedidos de dançar ou questionados caso resolvessem gostar ou praticar a dança para além da “dança em que homem faz papel de homem”. Por meio de suas pesquisas de mestrado e doutorado, o autor apresenta contextos históricos, sociais e educacionais que ajudaram a construir a representação da dança como “coisa de menina” no contexto escolar. Isso também reflete nas crenças sociais, que associam a dança à construção da corporeidade feminina, da delicadeza do gesto, da expressão das emoções; sendo que esses elementos não devem fazer parte da formação masculina. O lócus principal é a formação de professores de Educação Física que, durante décadas, tiveram a dança excluída da formação masculina, obviamente refletindo no não-trabalho com a dança em turmas masculinas nas aulas de Educação Física nos ensinos infantil, fundamental e médio. Outro lócus importante foi uma pesquisa de cunho etnográfico na Escola de Dança de Paracuru, onde meninos moradores da pequena cidade de Paracuru/CE se formaram bailarinos profissionais, enfrentando todo tipo de estigma por se atreverem a dançar balé clássico, prática considerada socialmente como pertencente ao universo feminino. Espera-se, assim, que este trabalho traga uma melhor compreensão sobre o assunto, fazendo com que se possa compreender que essa representação é fruto de uma construção socio-histórica, e que deve ter sua desconstrução e ressignificação também construída social e historicamente, seja pela formação em dança de professores homens, como também pelo questionamento deste estigma, já que fora da escola os homens também dançam, sem ter sua sexualidade necessariamente questionada, como ainda ocorre na escola.

PALAVRAS-CHAVES: Dança; Estigma; Escola.

* http://lattes.cnpq.br/0035698578768000

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DANÇA, MITO E RITUAL NO ALTO XINGU: UMA INTRODUÇÃO AO KWARYP

Pra. Dra. Giselle Guilhon Antunes 

UFPA*

RESUMO: O Kwaryp é um ritual de homenagem aos mortos, realizado pelos povos indígenas do Alto Xingu, consistindo numa sequência complexa de ritos e sub-ritos que se iniciam após o falecimento de uma pessoa e cuja performance rememora o ato de criação da humanidade pelo herói mítico Mavutsinin, organizador de toda a sociedade xinguana. A presente palestra, gravada em 02/11/2020, Dia dos Mortos, para ser exibida em 03/11/2020, no Colóquio Virtual “Dança, Arte, Diversidade e Inclusão” do 16° Seminário Internacional Concepções Contemporâneas em Dança, da UFMG, acompanha e complementa o artigo de mesmo título, a ser publicado nos Anais do evento.

PALAVRAS-CHAVE: Kwaryp. Xingu. Dança. Mito. Rito.

*http://lattes.cnpq.br/2551648142775344

LANÇAMENTO E DIVULGAÇÃO DE LIVROS

COLEÇÃO ANTROPOLOGIA DA DANÇA

ORGANIZADORA: GISELLE GUILHON ANTUNES CAMARGO

Editora: Insular

Ano: 2013

ISBN: 978-85-63189-54-7

ANTROPOLOGIA DA DANÇA I

O livro Antropologia da Dança I reúne dez artigos referenciais da área, escritos por antropólogas (Adrienne Kaeppler, Giselle Guilhon, Joann Kealiinohomoku, Suzanne Yourgerman, Theresa Buckland) e etnomusicólogos (John Blacking, Hugo Zemp, Jean-Michel Beaudet), apresentando questões e paradigmas teóricos de suma importância para o estudo da dança e, consequentemente, das práticas musicais. Tais questões estão dispostas desde os fundamentos filosóficos da escola difusionista alemã, perpassando por questões metodológicas, relacionadas à notação do movimento e à etnografia, bem como discutindo aspectos conceituais (estilo, gênero, movimento, significado, etc.), inclusive em relação à mudança recente de perspectiva na Etnografia da Dança. O livro finaliza com dois exemplos particulares de práticas coreográficas e sonoras de sociedades específicas. 

ANTROPOLOGIA DA DANÇA II

Editora: Insular

Ano: 2015

ISBN: 978-85-7474-864-1

O livro Antropologia da Dança II oferece contribuições de uma geração de estudiosos da arte e em particular da dança – integrantes e colaboradores do Projeto CIRANDA (Círculo Antropológico de Dança) –, oportunizando discussões sobre história, método, escopo e interdisciplinaridade do estudo da dança em contextos diferenciados. Alguns dos artigos que compõem este livro destacam fazeres e sentidos particulares para movimentações corporais e/ou coreografias em contextos específicos, ressaltando a necessidade de conhecer, valorizar, aprender e aprofundar o campo do estudo da dança a partir de novas perspectivas filosóficas.  

ANTROPOLOGIA DA DANÇA III

Editora: Insular

Ano: 2015

ISBN: 978-85-7474-879-5

Interface gráfica do usuário

Descrição gerada automaticamente

O livro Antropologia da Dança III traz uma densa trama de textos que revelam a contemporaneidade dos desafios, abordagens e vertentes de investigações antropológicas cujas ênfases estão nos estudos etnográficos, enquanto construção epistemológica do comportamento humano. O livro se estrutura em três unidades, não havendo fortes demarcações fronteiriças entre elas: na primeira, encontramos um conjunto de cinco artigos classificáveis como estudos em performance; na segunda, há um grupo de três textos filiados à corrente etnocenológica; e, na terceira, deparamo-nos com um agrupamento de quatro artigos indexáveis como estudos sobre ritual.

ANTROPOLOGIA DA DANÇA IV

Editora: Insular

Ano: 2018

ISBN: 978855240074-5

O livro Antropologia da Dança IV reúne treze textos que tem como eixos norteadores: a história da Antropologia da Dança; as abordagens estéticas antropológicas e seus nexos no campo da criação e dos processos artísticos; as relações da Antropologia com a Dança, com ênfase em diferentes tradições de dança, com suas respectivas contextualizações étnicas, culturais, religiosas e de gênero; a produção da pesquisa em Dança, pontuando a dimensão denominada embodiment no/em/com o campo e no/com/através do corpo; e um debate das transformações provocadas pelas recentes críticas pós-modernistas e desconstrutivistas no campo da Dança e sua Antropologia, e vice-versa, no modo como a presença da dança e das questões a ela associadas, especialmente os temas do corpo, do gesto e do movimento, acabam por afetar a construção epistemológica das disciplinas científicas. Essas questões apresentam-se combinadas às investigações de ordem etnográfica, envolvendo estudos das sociedades ameríndias, das culturas tradicionais, das culturas populares, das festividades, da dança moderna e contemporânea, do ballet e das formas de experimentação artística e suas teorizações, como é o caso do contato-improvisação. Os textos desta coletânea promovem a travessia pela História da Antropologia e os momentos marcantes da presença da dança em suas investigações clássicas, relembrando as diferentes origens desse encontro disciplinar e de suas afecções, lições e recomendações daí surgidas e retiradas. 

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NOS PASSOS DA SEMIÓTICA: UM DIÁLOGO ENTRE A DANÇA E A ESCOLA DE PARIS

Autora: ISABEL CRISTINA VIEIRA COIMBRA DINIZ

Editora: Appris

Ano:2018

ISBN:  9788547-317621

O livro “Nos Passos da Semiótica: um diálogo entre a Dança e a Escola de Paris”, apresenta e desenvolve os principais conceitos para a descrição da construção do sentido do discurso da dança sob a perspectiva da semiótica de linha francesa (greimasiana). A partir de sua experiência como semioticista, produtora de arte, coreógrafa e artista da dança, a autora propõe sob a perspectiva da teoria da significação, a compreensão da dança como linguagem.  O caminho escolhido para a identificação dos mecanismos de produção de sentido na dança, são o semissimbolismo, o sincretismo, a semiótica visual e a semiótica tensiva. Nessa empreitada “A Sagração da Primavera”, obra das mais importantes e emblemáticas realizadas no século XX, delimitada pelos espetáculos de dança coreografados por Vaslav Nijinsky em 1913 e por Pina Bausch em 1975 são o ponto de partida para essa aventura. Por seu conteúdo marcante e de abordagem vanguardista da Escola de Paris, a autora proporciona uma leitura arrojada e profunda a respeito da discussão acerca do papel dos elementos da semiótica francesa no funcionamento do texto-dança como um acontecimento sempre a se desvendar. O conteúdo deste livro revela o rigor e a inventividade da semiótica francesa como acesso ao sensível e ao inteligível da obra artística. A leitura é recomendada para estudantes e pesquisadores das áreas da Dança, da Linguagem, da Linguística, da Arte, da Educação, da Comunicação, da Educação Física e para qualquer pessoa que se interesse pelos temas da semiótica francesa e dos mecanismos para a construção do sentido do texto sincrético.

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DANÇA CRISTAL: DA ARTE DO MOVIMENTO À ABORDAGEM SEMÁTICO-PERFORMATIVA

Autora: Ciane Fernandes
Editora: Edufba

Ano: 2018
ISBN: 978-85-232-1698-6

O livro traça o desenvolvimento da Abordagem Somático-Performativa de pesquisa em artes cênicas, a partir de uma perspectiva autobiográfica, simultaneamente acadêmica e poética, analítica e criativa. A abordagem inédita no país, faz parte do terceiro paradigma metodológico, integrando o arcabouço da Prática Artística como Pesquisa, que vem sendo desenvolvido principalmente na Austrália, Escandinávia e Inglaterra, apresentadas na obra num entrelaçamento de criação interartística fundamentada na corporeidade e reflexão teórica transdisciplinar. A Abordagem associa a educação somática e os estudos da performance, fundamentando-se na Análise Laban/Bartenieff de Movimento, no Movimento Autêntico, na dança-teatro e na performance, integrando também questões relativas à improvisação, à dança e diferença (dança inclusiva), à intervenção urbana e à ecoperformance


Dan1ça Cristal: da arte do movimento à abordagem somático-performativa

 

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DANÇA: EDUCAÇÃO, LAZER E ARTE NOS PERCURSOS DE PESQUISA DO GRUPO EDUDANÇA

Organizadores: Elisângela Chaves e Gustavo Pereira Côrtes

Editora: Rede Cedes MG

Ano:2019

ISBN: 9788567-783093

SINOPSE: A publicação de um livro sobre a produção do EDUDANÇA está fundamentada na sistematização das pesquisas, debatidas e estudadas no âmbito do Grupo de pesquisa. A proposta é compor uma publicação de estudos e pesquisas, dos pós-graduandos, professores e pesquisadores vinculados à instituição e/ou parcerias interinstitucionais que possibilitem diálogo acadêmico científico entre a Dança e a educação física, a educação, o lazer e a cultura.

http://vitormarinho.ufsc.br/handle/123456789/799

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ANÁLISE COREOGRÁFICA: O ESPETÁCULO “NAZARETH” DO GRUPO CORPO

Autora: Siane Araújo

Editora: Appris

Ano: 2015

ISBN:  9788581926582

Análise Coreográfica: O espetáculo “Nazareth” do Grupo Corpo apresenta uma proposta de análise da estrutura coreográfica do Grupo Corpo Companhia de Dança no balé “Nazareth”, em vídeo. Neste espetáculo, José Miguel Wisnik compõe a trilha sonora recriando músicas de Ernesto Nazareth a partir de algumas referências da literatura de Machado de Assis à dança. Sendo assim, para a análise interessa como a equipe de criação do Grupo Corpo se apropria das diferentes linguagens artísticas brasileiras, como a literatura e a música, para compor o balé. Nesse contexto, o corpo é tomado como signo, ou melhor, como um “corpo semiótico” presente na relação dialógica e plural entre o cenário, os figurinos e a iluminação estabelecendo uma rede de sentidos reflexos e circulares.

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SEMIÓTICA Y DANZA: UN ANÁLISIS DEL BALLET “NAZARETH”

Autora: Siane Araújo

Editora:  Editorial Académica Española

Ano : 2012
ISBN-13 : 978-3845497204

La segunda edicin de la obra dispone del contenido actualizado y expandido. La propuesta es de anlisis semitico del ballet “Nazareth” del Grupo Corpo Compaa de Danza, archivado en video. El proceso de creacin de ese ballet representa la transposicin intersemitica de algunas referencias de la literatura de Machado de Assis a la composicin musical del espectculo y, por lo tanto, a la coreografa. La musica es una adaptacin de obras del compositor Ernesto Nazareth, por el musico literario José Miguel Wisnik, a la coreografa de Rodrigo Pederneiras. Así, importa como el Grupo Corpo se apropia de las diferentes lenguajens artisticas brasileñas, como la literatura y la musica, para componer la danza. El analisis es conducida por la semiotica de Charles Sanders Peirce, por los conceptos de Haroldo de Campos como de “transposicin creativa” o “transcreacin” y por la Teoria Corpomidia de las profesoras Helena Katz y Christine Greiner, de la Pontifícia Universidad Catolica de São Paulo (PUC-SP). El discurso del cuerpo hace en dialogo con el escenario, los trajes, la iluminacin y la banda sonora de una danza en la pantalla. Buena lectura

MOSTRA DE VIDEODANÇA

SUMÁRIO

A MULHER E O VÉU: POÉTICAS DANÇANTES NA TURQUIA

AMIZADE DURANTE A PANDEMIA.

ANDANÇAS POÉTICAS NA PAMPULHA

ASSOMBROS

CLAREIRA

CORPOS, CONFIN(S) CONFINADOS”DAR-SE EM VERTIGEM

DEPOIS DA TEMPESTADE, A GENTE VAI FICAR BEM

É IMPORTANTE TER ESPERANÇA

ECOS HASTA LA LUNA

EM TEMPOS DE PANDEMIA, O CORPO NO CONTEXTO DE ISOLAMENTO

EM TEMPOS DE PANDEMIA… O JANDANCE TÁ DIFERENTE

EM TEMPOS DE PANDEMIA… O TEMPO SE DILUI…

ENSAIO COM FEIJÕES 

ENTREVULTOS DA IMAGEM

FLORESER

FOUND FOOTAGE DANCE

IM(V)ERSÃO CORPO AMBIENTE

MENTAL ELEMENTAR

MUDANÇA

NÃO ESTAMOS SÓS

NAS ÁGUAS DO INVISIVEL

O CORPO NA REALIDADE DO ENSINO REMOTO 

O PAPEL DA DANÇA EM TEMPOS DE PANDEMIA

O SONHO É A REALIZAÇÃO DE UM DESEJO”

ROLETA RUSSA

TUDO ACONTECE AQUI

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A MULHER E O VÉU: POÉTICAS DANÇANTES NA TURQUIA

Sinopse: A mulher e o véu: poéticas dançantes na Turquia, é um trabalho associado à história, à cultura e à cartografia de alguns espaços da Turquia tendo a mulher como sujeito inserido nestes espaços. O objetivo deste videodança é dialogar com os aspectos do direito, da dignidade e da expressão da mulher tendo o véu e o movimento corporal como mote principal. A pesquisa está sendo realizada pelo Projeto Dança na Mochila (DM) do Programa de Dança Experimental (PRODAEX) e pelo Grupo de Pesquisa Concepções Contemporâneas em Dança (CCODA) da Universidade Federal de Minas Gerais. O Projeto Dança na Mochila consta de uma proposta para dança no formato de ocupação urbana em espaços e edifícios públicos ou não. A metodologia de intervenção espaço-cênica tem como princípio básico o impulso para a experiência/execução em contato com o espaço em tempo marcado pelo momento e pela oportunidade. O objetivo geral do projeto DM é levantar um corpus significativo para pesquisas na área da Dança, da Linguagem e da Cultura Livre tendo em vista a compreensão dinâmica do percurso gerador de sentido e de seu impacto cultural e artístico no enunciatário do texto em dança em cena seja ao vivo, seja no ciberespaço. As danças foram registradas em vídeo e fotografia. Os resultados das análises e edições são divulgados em instalações de videodança e em canal de Youtube. 

Ficha Técnica:

Videodança direção e produção: Isabel Coimbra

Bailarinas: Isabel Coimbra e Gisele Verges 

Participação Especial: Ivy Diniz 

Filmagem: Isabel Coimbra e Eustáquio Diniz

 Edição: Isabel Coimbra 

Trilha Sonora: Karaizar Kalesi Turkusu

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AMIZADE DURANTE A PANDEMIA.

Sinopse: Tendo em vista que estamos passando por um momento delicado, de uma pandemia mundial, com mais de 43.000.000 casos, segundo a OMS, o grupo decidiu retratar o atual cenário catastrófico. Dessa maneira, vimos a necessidade de salientar sobre as medidas de segurança que visam a diminuição da disseminação do COVID-19. Entre elas, o uso de máscara se faz necessário para toda a população. Além disso, visamos também abordar que mesmo em casa, as atividades físicas devem ser praticadas pois elas são de suma importância para a saúde de cada indivíduo.

Ficha Técnica: 

Produção: Trabalho Produzido na Disciplina Danças (Bacharelado) do Curso de Educação Física da UFMG com a professora Isabel Coimbra.

Criação/coreografia/intérpretes/bailarinos: Matheus Machado Primola; Ravi Amoroso; Washington Jú          

Edição: Matheus Machado                       

Trilha Sonora: Cats Searching for the Truth (Nat Keefe & Hot Buttered Rum)

Duração: 00:40

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ANDANÇAS POÉTICAS NA PAMPULHA

Sinopse: Esse trabalho é o resultado em registro para videodança que faz parte de uma pesquisa sobre as obras mais marcantes de Oscar Niemeyer localizadas na Pampulha, região e ponto turístico importante em Belo Horizonte/MG. A metodologia utilizada é a experimentação do corpo em dança, inserido nos espaços das edificações delimitadas pela pesquisa, tendo em vista a composição de um texto coreográfico e midiático. Os sentidos encarnados são tratados e investigados como realidades semiotizada sob a ótica de Algirdas J. Greimas enquanto a análise do movimento está fundamentada em Rudolf Laban. Na videodança, um dos resultados da pesquisa inserido na cultura livre, o corpo e a arquitetura da cidade se fundem em sentidos vários, ainda emanando e nos provocando. 

Ficha Técnica: Produção e Edição: Isabel Coimbra

Fotografia e Video: Isabel Coimbra e Dillian Resende.

Bailarinos: Carolina Amaral, Carolina Neves, Helbert Alexandrino Junio, Isabel Coimbra 

Realização: PRODAEX/EEFFTO/UFMG; Grupo de Pesquisa CCODA. 

Pampulha/Belo Horizonte/MG/2019 

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ASSOMBROS

Sinopse: Assombros é um experimento que relaciona dança, vídeo e poesia. Baseado no poema homônimo de Olga Valeska, foi desenvolvido durante o período de confinamento intenso proporcionado pela pandemia da COVID-19, a qual estamos vivendo. 

Ficha Técnica: Criação e produção: Siane Paula de Araujo 

Edição: Siane Paula de Araujo

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CLAREIRA

Sinopse: O objetivo deste vídeo é capturar a dinâmica entre dois corpos de cápsulas diferentes. Foram capturadas duas cenas, sendo a primeira coreografada e executada em frente a um fundo branco, pelos bailarinos criadores. A movimentação nasceu no espaço em que o vídeo foi gravado e propões conexões com a segunda cena. Já na segunda cena, um novo corpo é introduzido à cápsula que improvisa no espaço com um dos bailarinos da primeira cena, em busca das conexões nela percebidas. Entre um estudo semiestruturado e outro totalmente improvisado, buscou-se compreender como os corpos, em diferentes momentos, conseguem se comunicar e dialogar em estéticas diferentes, sobretudo como observar uma estrutura de coreografia e replicar seus pontos de conexão com outro sentimento.

Ficha Técnica: Criação: Danielle Lage e Messias Borges

Nome dos Bailarinos: Danielle Lage; Mateus de Sousa; Messias Borges

Editor de vídeo: Fabrízio Albertini Martins

Trilha Sonora: Sons Experimentais por Fabrízio Martins

Data da Edição: 22 de outubro 2020

Local de gravação: Edifício Minas – Cidade Administrativa de Minas Gerais

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CORPOS, CONFIN(S) CONFINADOS”

Sinopse: Corpos confinados em seu espaço interno de habitação…movimentos espontâneos, sentimentos, sonoridades, depoimentos, limites. Que sentimentos cabem na nossa tela?” O vídeodança “CORPOS CONFIN(S) CONFINADOS” foi construído coletivamente, utilizando a improvisação como metodologia de experimentação e criação. As improvisações individuais foram estimuladas pela temática do confinamento na quarentena como ponto de partida. Para a criação do vídeodança coletivo, foram definidos aspectos como: movimentos espontâneos, utilização do espaço interno de moradia, sentimentos, sonoridades. Um texto poema foi elaborado, estimulado por depoimentos dos participantes durante as conversas e estudos nesta quarentena, tanto para estímulo de improviso, quanto para compor a sonoridade do vídeodança.

Ficha Técnica:

Criação/ orientação e direção: Gisele Kliemann

Co-criação: Aline Lorenzi/Icaro Almeida/Pablo Conkers/Will Lopes

Universidade Federal do Paraná (UFPR) – Curso de Licenciatura em Artes/ Iniciação Científica

Trilha sonora/ efeitos sonoros: Pablo Conkers/ Will Lopes

Texto poema:  Ícaro Almeida

Voz: Gisele Kliemann

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DAR-SE EM VERTIGEM

Sinopse: Dar-se em vertigem no corpo 

Dar-se em vertigem num mergulho para ir e vir das profundezas de si

Sentir casulos internos fazendo nascer danças que fazem nascer corpos que fazem nascer danças que fazem nascer corpos…

Vertigem.

Vertigem.

Vertigem.

A obra “Dar-se em vertigem” faz parte das experiências de imersão poética da bailarina, pesquisadora e professora, Luiza Monteiro, realizadas durante seu doutorado sanduiche na Université du Québec à Montréal – UQAM. Esta pesquisa é vinculada ao Doutorado em Artes do Programa de Pos-graduação em Artes da Universidade Federal do Para – PPGARTES/ICA/UFPA.

Ficha Técnica: 

Pesquisa: Luiza Monteiro

Intérprete-criadora: Luiza Monteiro

Direção: Feliciano Marques

Captação de imagens e edição: Feliciano Marques 

Trilha sonora: Imperial Rhapsody (2 – Enigma – Dance of the Praying Mantis) – Christian Perrotta 

Realização: Companhia Moderno de Dança/CAPES – Programa de aperfeiçoamento de pessoal de nível superior

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DEPOIS DA TEMPESTADE, A GENTE VAI FICAR BEM

Sinopse: A videodança apresenta a arte traduzida pela arte, nas mãos de artistas de várias partes do Brasil e do mundo. A música foi composta e lançada logo que a pandemia mundial foi declarada pela OMS, e aqui, 4 meses depois (agosto de 2020), estamos mergulhados neste regime de restrições, medo e esperança, certos de que tudo vai ficar bem.

Ficha Técnica:

Direção/coreografia/laboratórios: Delma Nogueira/SP, Jardel Augusto Lemos/RJ e Marina Boschi/SP.Intérpretes criadores: Agêssandro Rego/AP, Diego Dourado/SP, Douglas Amaral/Ba, Feliciano Marques/Pa, Laura Florence/SP, Luiza Monteiro/Pa e Saskya Pauze Begin /Canadá. Figurino e locação: direcionados pela direção do projeto. 

Composição: Alle Barbosa.

 Trilha: Cauê Gutiérrez. 

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É IMPORTANTE TER ESPERANÇA

Sinopse: Em dezembro de 2019 e janeiro de 2020 foram veiculadas notícias sobre o surgimento do vírus SARS-CoV-2 (o novo corona vírus). Esse vírus começou a ser transmitido primeiramente na China e aos poucos se espalhando por todo o mundo gerando histeria, caos e medo. Em março de 2020, houve o fechamento da UFMG até segundo caso, desde então nós estudantes estamos em casa (os que podem) e com isso, outros problemas começaram a nos assolar, por exemplo, a ansiedade, a carência, a tristeza, a falta de animo, a depressão, a insônia, a inquietação, a irritabilidade, entre diversos outros aspectos psicológicos que podem gerar traumas para a sociedade. Mediante isso, o grupo tem como objetivo dar mais esperança a todos que estão passando por isso, de forma a dar força para todos superarem os aspectos ruins desse confinamento. 

Ficha Técnica: 

Produção: Trabalho Produzido na Disciplina Danças (Bacharelado) do Curso de Educação Física da UFMG com a professora Isabel Coimbra.

Criação/coreografia/intérpretes/bailarinos: 

Ana Clara Melo; Carolina Rabaiolli; Felipe Moreira.

Edição: Felipe Moreira. (INSHOT/CANVA) 

Trilha Sonora: Lost Sky – where we started (feat. Jex) NCS realese

Duração: 1’25” 

Data: 27/10/2020

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ECOS HASTA LA LUNA

Sinopse: Um trabalho experimental que associa dança, fotografia e poesia. A dança foi submetida a sucessivas fotografias para serem conectadas de forma a dar a ilusão de movimento. Baseado no poema homônimo de Olga Valeska, foi realizado no espaço interno da escola de dança, Dance Galery. 

Ficha técnica: 

Direção: Olga Valeska (Cefetmg)

Dança: Olga Valeska (cefetmg)

Voz: Sônia Katherine

Edição: Sônia Katherine

Fotografia: Olga Valeska

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EM TEMPOS DE PANDEMIA, O CORPO NO CONTEXTO DE ISOLAMENTO

Sinopse: Pensando no contexto em que estamos vivendo neste ano de 2020, no qual estamos confinados em casa, com uma rotina completamente diferente da habitual, como o corpo responde a esse novo momento? Qual o lugar desse corpo nessa realidade de isolamento? Quais as mudanças nesse corpo? A relação com o próprio corpo mudou nesse período em que o contato consigo mesmo tem sido ainda mais intenso? Movidos por esses questionamentos e levando em consideração os diferentes contextos individuais e corpos, por termos dois integrantes com especificidades (leve comprometimento motor nas pernas e gravidez), mostrando a dança como possibilidade de autoconhecimento e inclusão.

Ficha Técnica: 

Produção: Trabalho Produzido na Disciplina Danças (Bacharelado) do Curso de Educação Física da UFMG com a professora Isabel Coimbra

Criação/coreografia/intérpretes/bailarinos: Carolina Amaral Lopes dos Santos, Ingrid Alves Brant, Patrick Teodoro

Edição: Ingrid Alves Brant

Trilha Sonora: Heuse & Zeus x Crona – Pill (feat. Emma Sameth)

Duração: 2 minutos e 11 segundos

Data: 26/10/2020

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EM TEMPOS DE PANDEMIA… O JANDANCE TÁ DIFERENTE

Sinopse: Levando em consideração que estamos enfrentando uma pandemia, tendo aulas virtuais e todos cansados de ficar em casa, resolvemos fazer uma dança diferente. Nesse sentido, em uma das partes da coreografia fizemos um passo já instaurado na turma de educação física 2019/2 bacharelado, relembrando os tempos de convivência da turma na universidade. Sendo assim, o grupo tem como objetivo reinventar um pouco a dança que fomos orientados a reproduzir e mostrar que mesmo separadas, uma coreografia pode ser elaborada.

Ficha Técnica: 

Produção: Trabalho Produzido na Disciplina Danças (Bacharelado) do Curso de Educação Física da UFMG com a professora Isabel Coimbra

Criação/coreografia/intérpretes/bailarinos: Larissa Lacerda, Luíza Canesso e Mariana Gil

Edição: Mariana Gil

Trilha Sonora: Skrxlla – Yea Yea Yea

Duração: 1:19 

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EM TEMPOS DE PANDEMIA… O TEMPO SE DILUI…

Sinopse: Vivemos tempos de pandemia e o nosso tempo na pandemia as vezes parece que mudou. Tempos estranhos que deixaram marcas profundas na sociedade em vários âmbitos. Desde grandes marcas como o número de mortes e até mesmo pequenas marcas no dia-a-dia de cada um, como a ansiedade das aulas online ou de lembrar de passar álcool nas mãos ao entrar e sair de algum lugar. Dentro de tudo isso, há um fator que rege nossa angústia e ansiedade diárias, o tempo. Tempo para esperar passar a pandemia com a chegada da vacina, tempo para ficar de quarentena, tempo para ficarmos seguros em casa ou trocar pelo tempo de ter que ir trabalhar, tempo para entrar e sair da sala online, tempo para tudo. Dentro das visões de tempo observamos que ele se dilata, às vezes passa rápido demais, ou até mesmo podemos ter a sensação de que ele não existe quando vivemos algo tão bom ou tão marcante. É quando o tempo para. Dentro de casa e na nossa dança refletimos nisso: sobre o tempo tido como essa espécie de Deus que rege a vida mas sem tocar nela, a todo tempo ele está de olho e controla mas sem interferir com as suas mãos. Com a linda música de Caetano Veloso nós falamos com nossos corpos como o tempo nos atinge, nos muda e ajuda a nos moldar. Cada um com sua linguagem corporal e dentro do seu tempo e do tempo do outro, ilustrando como são as interações em nossas vidas, por mais distantes que possamos estar, basta o querer interagir e a vida acontecerá, com seus tempos leves, pesados, rápidos, lentos, que de todo modo nos são muito marcantes.

Ficha Técnica: 

Produção: Trabalho Produzido na Disciplina Danças (Bacharelado) do Curso de Educação Física da UFMG com a professora Isabel Coimbra

Criação/coreografia/intérpretes/bailarinos: Eric Xavier, Felipe Carvalho e Luíza Caldeira.

Edição: Felipe Carvalho

Trilha Sonora: Oração ao tempo – Caetano Veloso

Duração: 3:03

Data: 27/10/2020

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ENSAIO COM FEIJÕES 

Sinopse: Deslocamentos da bipedia compulsória, numa tentativa urgente de sambar com a cintura escapular. O trabalho tem seu desenvolvimento durante a pandemia movida pela pesquisa de mestrado da intérprete-criadora a respeito do peso. Como pe(n)sar em criações e metodologias de ensino na dança a partir da lente da acessibilidade? Bardet (2014) Ensaio com Feijões provoca a desorganizações de conceitos a respeito de dança, de corpo, de inclusão e da diversidade. Buscando, portanto, trazer esse deslocamento da bipedia, tecemos outras maneiras de experenciar o passo do miudinho do samba de roda tão presente nos calcanhares afim de reorganizar o peso para outros acionamentos políticos e filosóficos. 

Ficha Técnica:

Orientação: Daniela Amoroso

Intérprete-criadora: Luana Lordêlo 

Edição e vídeo: Luana Lordêlo 

Trilha sonora: Luana Lordêlo 

Duração: 02min52seg

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ENTREVULTOS DA IMAGE

Sinopse: Trabalho resultado da disciplina oferecida pelo: Leve: Laboratório de estudos e vivência da espacialidade (), e propõe um encontro dialógico entre corpo, imagem e cidade.

Concepção e atuação: Carla Gontijo

Vídeo e edição: Julliano Mendes

Ficha Técnica:

Concepção e atuação: Carla Gontijo

Vídeo e edição: Juliano Mendes

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES – MESTRADO UFMG

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EXCORPOS

Sinopse: O debater dos corpos confinados. Conflitados pelo espaço que os abriga ou obriga a esquecer seus próprios limites Imposição Em posição de fuga Encaixotado Enxotado de si. Obra selecionada para o Festival Internacional de Videodança: Dança em Foco (2017) . Vídeo com restrição de idade solicitada pelo autor.

Ficha Técnica:

Um filme de Mariana Trotta UFRJ

Direção e câmera: Mariana Trotta.

Coreografia: Amanda Montibiller, Fábio Costta, Maicon Lima, Marcílio Fernandes,Mariana Alexandre e Valentina Fittipaldi.

Edição: Amanda Montibiller, Emanuel Verçosa,  Fábio Costta, Maicon Lima, Marcílio Fernandes,Mariana Alexandre e Valentina Fittipaldi.

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FLORESER

Sinopse: Como o musgo que nasce em meio ao cimento mais endurecido, nós florescemos no quadrado. Vai de nós e vai des outres, mas, de quem vem? E esse caminho que sigo me levará ao que vai ou ao que vem? Me levará de fato? Me levará? Arável. Criado a pedido do Grupo NUN, de Juiz de Fora – MG, em uma parte da trilha de seu espetáculo, Ferinas Couraças. 

Ficha Técnica:

Bailarina, coreógrafa e editora:  Gabrielle Costa Barros 

Compositores e musicistas: Diegho Salles e Nathan Itaborahy

**************************************************************************FOUND FOOTAGE DANCE

Sinopse:Con una estética New wave y postfunk, el proyecto de videodanza Found Footage Dance es el resultado de la síntesis de un trabajo de archivo de imágenes del propio autor, grabaciones encontradas dentro de un amplio banco de imágenes archivadas y ahora reunidas. El video aborda la problemática de la multiplicidad, reversibilidad y encuentro de movimientos fortuitos. El guion narra las ensayos y posterior puesta en escena para el baile de una fiesta de XV años tradicional en México. El diálogo entre texto e imagen dan como resultado un collage, un ensamblaje de cuadros montados al ritmo de la base musical dance punk. 

Ficha Técnica:

Coreografía y Performance: Pablo Alonso Herraiz

Guion:Pablo Alonso Herraiz

Productoras:Papichulo Producciones.  México -España DANCE Thinking. México /España

Cámara:Cerezmi Esparza Leija

Formato:Full HD

Bailarines:Dance Squad. Estudiantes del Estudio, Jesús Tarrazas

Música:“Houses in motion” – Talking Heads

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IM(V)ERSÃO CORPO AMBIENTE

Sinopse: Fragmento da obra de vídeo-dança Im(v)ersões Corpo Ambiente que tem como fonte dezoito laboratórios de performance que realizei entre dezembro de 2012 e abril de 2013, com câmera parada, explorando diferentes ambientes ecológicos de Lençóis BA. O título advém de três aspectos: a fusão entre corpo e ambiente durante as performances filmadas, invertendo identidades de interno-externo; as inversões e invenções corporais realizadas pela performer como resultado de seus impulsos internos com/ no ambiente; o processo criativo do vídeo-dança, que usou de inversões e sobreposições de planos-sequências, gerando imersões e variações ad infinitum. Ao realizar minhas performances em meio ambiente natural, não tinha controle da filmagem, nem mesmo se estava acontecendo (pois não tinha como confirmar ou controlar o processo enquanto performava), ou de como meus movimentos estavam aparecendo sob aquele outro ponto de vista. Foi exatamente este registro autônomo que impediu a escolha de trechos da performance pelo documentarista já durante a mesma, gerando um material bruto de toda a extensão das performances realizadas às quais puderam ser analisadas e decupadas segundo princípios somático-performativos. Além disso, a ausência de testemunhas, cameraman ou espectadores intencionais criou um ambiente sem expectativas de espetacularidade, permitindo que eu me concentrasse e seguisse meus impulsos de movimento sem uma preocupação estética a priori. Isto gerou movimentos casuais, imprevisíveis e despretensiosos, como pausas, tremores, compulsões, escorregões etc., que foram integrados à edição final. Como em uma sequencia de Movimento Autentico no espaçotempo, podemos sobrepor imagens sem cortar linearmente, trabalhando num jogo de espelhos multidimensional como em fractais, criando composições coreo-videográficas de Imersão Corpo Ambiente que diluem o tempo linear ou o espaço como lugar passivo. Por vezes, a sobreposição é tão sutil que o corpo chega a se mesclar por completo no elemento natural, como um vulto na pedra, por exemplo.

Ficha Técnica:

Performers Ciane Fernandes e Lucio Di Franco; video-arte: Uirá Meneses; imagens Ciane Fernandes e Uirá Meneses; figurino Márcia Ganem; música AwaHoshi Kavan.

Estilo: Ecoperformance

Duração: 5.19min

Data da Edição: 2014 E 2020

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MENTAL ELEMENTAR

Sinopse:Propor, por meio de organicidade dos corpos no espaço, uma reflexão sobre a relação consigo mesmo, com o meio e com o outro. O espaço que contracena com os corpos trouxe elementos nitidamente naturais e orgânicos como plantas, árvores, insetos, água, vento, terra, natureza morta. Cada qual com sua consciência, sua mente, sua música interna. O elemento humano da instalação é postiço, ele estuda, ele sente e se silencia, ele sente saudades, ele anela tocar e voltar à relação com o meio, consigo e com o outro. Os corpos de encontram e esboçam um alento.

Ficha Técnica: Criação: Danielle Lage e Messias Borges

Sons Experimentais por Fabrízio Martins

Assistente de Cenário: Mateus de Sousa Braz

Nome dos Bailarinos: Danielle Lage; Messias Borges

Editor de vídeo: Fabrízio Albertini Martins

Duração: 5min 36s

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MUDANÇA

Sinopse: Reflexões de um tempo, onde as mudanças têm sido reais, visíveis. Mudanças no mundo, mudanças no ser humano, mudanças em mim. Um caminho sem volta, onde as nossas decisões são a chave para abrir a porta de um tempo melhor.

Ficha Técnica

Texto: Keila Barros

Bailarina: Keila Barros

Edição e Filmagem: Eduardo Barros

Música: Esperança – Os arrais

Tempo de duração: 3,14 min

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NÃO ESTAMOS SÓS

Sinopse: Clipe concebido e realizado pelo grupo durante o isolamento social por motivo da Pandemia do COVID-19. A composição coreográfica faz referência às linguagens de dança desenvolvidas pelo PRODAEX/EEFFTO/UFMG durante o primeiro semestre de 2020 de maneira online por meio de oficinas in live no aplicativo Instagram e pelo canal do youtube. O objetivo deste trabalho é apresentar a experiência Clipe de Dança, desenvolvido pelo Grupo Cia Dança 1 do Programa de Dança Experimental (PRODAEX) da UFMG durante a Pandemia em 2020 frente ao distanciamento físico vivido. Em meio à pandemia, nossa experiência comprovou uma proximidade virtualizada por meio do clipe “Não estamos sós”.

Ficha Técnica:

Intérpretes criadores: Andreza Rodrigues, Carolina Amaral Lopes dos Santos, Carolina Neves de Almeida, Helbert Junio Alexandrino dos Santos, Isabel Cristina Vieira Coimbra Diniz.

Realização:Programa de Dança Experimental – Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional – Universidade Federal de Minas Gerais

Edição Coletiva

Tempo de Duração: 5 minutos.

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NAS ÁGUAS DO INVISIVEL

Sinopse: Tempo para mergulhar…
Mergulho no corpo… O corpo invisivel aos olhos.
Tempo para mergulhar…
No universo magico do corpo…
Na poesia do corpo.
Tempo para mergulhar…
Para abrir caminhos…
Para habitar o mundo de hoje.
Tempo para mergulhar…
No tempo do agora…
No tempo do corpo.
Tempo para existir…
Existir no mergulho do corpo.
Fazer existir novas formas de ser.
Tempo para mergulhar…
Para (re)conhecer as imersões…
Imersões em nosso maior e infinito casulo…O corpo. Tempo de descoberta…
Tempo de poesia…
Tempo de corpo…
Tempo para mergulhar…
Mergulhe! A obra “Nas aguas do invisivel” faz parte das experiências de imersão poética da bailarina, pesquisadora e professora, Luiza Monteiro, realizadas durante seu doutorado sanduiche na Université du Québec à Montréal – UQAM. Esta pesquisa é vinculada ao Doutorado em Artes do Programa de Pos-graduação em Artes da Universidade Federal do Para – PPGARTES/ICA/UFPA.

Ficha Técnica:

Intérprete-criadora: Luiza Monteiro

Direção: Feliciano Marques

Captação de imagens e edição: Feliciano Marques 

Trilha sonora: Das águas – José Maria Bezerra

Realização: Companhia Moderno de Dança/CAPES – Programa de aperfeiçoamento de pessoal de nível superior

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O CORPO NA REALIDADE DO ENSINO REMOTO 

 Sinopse:  A videodança é resultado do trabalho apresentado na disciplina de Dança, do curso Educação Física (Bacharelado) da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional na Universidade Federal de Minas Gerais. O trabalho tem por objetivo, através de uma variada linguagem artística (sonoridade, expressão corporal etc), trazer uma crítica ao ensino remoto, caracterizando uma forte tendência ao desânimo dentre outras situações negativas. Demonstrando também que mesmo em tempos de pandemia, o período conhecido como férias seria para nós uma libertação do corpo, ou seja, tempo livre para podermos expressar nossas singularidades. A maneira apresentada mostra a princípio o desânimo dos alunos em relação a como vem sendo a realidade no ensino remoto, principalmente em nossa universidade, onde estamos quase sem tempo de outros afazeres por conta de uma alta demanda de trabalhos, logo após essa cena, mostramos a alegria do corpo em diversos movimentos, com o começo lento que demonstra um “surgimento” dessa liberdade do corpo e em seguida como esse corpo vai se libertando, até o final quando os movimentos são Pura Singularidade Individual. 

Ficha Técnica:

Dançarinos: Jandiley Luis; Gabriel Seabra; Paulo Henrique 

Editor: Jandiley Luis 

Data Da Edição: 27/10/20 

Tempo De Duração: 2:31 Minutos 

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O PAPEL DA DANÇA EM TEMPOS DE PANDEMIA

Sinopse: A maioria da população, talvez, nunca soube ao certo qual era a definição de pandemia a não ser aquela citada durante as aulas de ciências e geografia nas escolas. O que não podíamos esperar, era ter que atravessar por uma em tempos atuais. As dificuldades e os desafios apresentados precisaram de criatividade e muita determinação para serem superados. Novas estratégias, até mesmo, de interação e convívio social apresentaram-se como única esperança em meio ao caos e medo gerado pela contaminação em massa. Dessa forma, a mensagem que esse grupo desejou transmitir consiste em como a dança pode ajudar na jornada pelas noites tão diferentes, de isolamento e distanciamento social que passamos durante os últimos meses. Bem como, traz à luz a necessidade não apenas de saúde física, mas também, de saúde mental para os indivíduos que se encontraram vivendo realidades completamente distintas da qual estavam acostumados. Os representantes acreditam que a dança é capaz de acalmar o espírito e disseminar entretenimento e satisfação àqueles que a praticam e a seus telespectadores.

Ficha Técnica: 

Produção: Trabalho Produzido na Disciplina Danças (Bacharelado) do Curso de Educação Física da UFMG orientado pela professora, doutora Isabel Cristina Coimbra Vieira Diniz

Criação/coreografia/intérpretes/bailarinos: Anna Clara Nascimento Santos, Gabriel Lucas Silva Oliveira e Thor Vinicius Monteiro Borges Souto

Trilha Sonora: JPB – LONG NIGHT (feat. Marvin Divine) [NCS Release]

Música fornecida por NoCopyrightSounds

Duração: 2 minutos e 20 segundos

Data: 25/10/2020

Edição: Gabriel Lucas Silva Oliveira 

Outros: Figurino predominantemente preto

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O SONHO É A REALIZAÇÃO DE UM DESEJO”

Sinopse: O confinamento social nos deixou num abismo de angústias e ansiedades sem precedentes. Os sonhos surgem neste contexto como uma válvula psíquica de elaboração da onda frenética de emoções e pensamentos que nos tomou. Surgem repletos de símbolos, metáforas, metonímias, informações, lugares, deformações, pessoas e afetos. Nesta turbulência de sentidos, a sensação de impotência, de estar aprisionada e com os movimentos confinados, na casa, na cama são imagens recorrentes. Estar em Salvador, tão perto e tão longe do mar, assim como da morte, dos pares, dos nossos faz desejar o encontro com a água salgada, que é também lugar de cura e de fúria. Freud, em 1900 nos diz que o sonho é, antes de tudo, a realização de um desejo, saber desse desejo, no entanto, é um enigma que repousa no limite entre consciente e inconsciente. Com o que você sonha agora? Este trabalho é uma pergunta, cheia de água e afeto para dias incertos e solitários.  Gravado em casa, com poucos recursos, utilizando apenas um celular e um aplicativo de edição de vídeos, o vídeodança, criado e editado por Fernanda Veiga entre setembro e outubro de 2020, tem por objetivo investigar e experimentar a criação fílmica no ambiente da casa, colocando em pauta o corpo que sonha e que sente neste período incerto de pandemia. Apresenta como resultado um vídeo-experimento inacabado, com imagens do arquivo pessoal do rolo da câmera, além de registros para o vídeo feitos em casa e algumas cenas de acontecimentos dos últimos meses no mundo.

Ficha Técnica:

Criação: Fernanda Veiga 

A operação de câmera (celular) foi realizada por: Tiago Novaes

A trilha sonora é composta pelo “som do mar e da floresta”, disponível no Youtube e trechos recitados do texto “Oniropolítica: nossos sonhos refletem o estado das coisas no Brasil” de Christian Dunker, disponível em:  https://blogdodunker.blogosfera.uol.com.br/2020/05/08/por-que-estamos-tendo-sonhos-mais-intensos-e-marcantes-durante-a-pandemia/

Filmagem (celular) : Tiago Novaes

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ROLETA RUSSA

Sinopse:O videodança ora apresentado, é resultado do Trabalho apresentado na disciplina filosofia da dança, do curso técnico em dança, ofertado pela EETEPA das Artes São Lucas, Localizada na cidade de Castanhal, no estado do Pará. O trabalho tem por objetivo, por meio das mais variadas linguagens artísticas presentes no mesmo (sonoridade musical, cênica, expressão corporal), expressar a realidade de uma pessoa com depressão, e seus mais variados sintomas, sejam elas os psíquicos e os físicos, consequências deste transtorno, o presente trabalho é apoiado na vivência do autor, que é também intérprete da referida vídeodança. A metodologia utilizada, foi apresentar de maneira cronológica o cotidiano do indivíduo e sua relação com a depressão, os autos e os baixos, e a mensagem motivacional de resiliência. Os elementos cênicos que compõe esse videodança como: as correntes, fogo e água, expressam desde a fúria e aprisionamento emocional que este transtorno acarreta, como a libertação e resiliência que o autor desta obra vivenciou. 

Ficha técnica:

Bailarino: Afonso Pontes

Editor: Vitor Sousa

Russian roulette (album version) – Rihanna

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TUDO ACONTECE AQUI

Sinopse:“Tudo acontece aqui” é um produto artístico feito no período da Pandemia/2020 e retrata diversos estágios e sentimentos de um artista preso dentro de casa.  Memória, experiências, angústias, afetos, esperança, são palavras que dançam com a coreografia. Uma maneira de enfeitar a alma e o corpo em períodos sombrios.

Ficha técnica: Roteiro e edição: Jardel Augusto Lemos. Intérpretes: Jardel Augusto Lemos e Huck Pernil. Câmeras: Jardel Augusto Lemos e LGV. Música: Kevin Macleod.

MOSTRA DE VIDEODANÇA-DOCUMENTÁRIO

SUMÁRIO

O QUE ME PERMITE SER 

OLHAR

UN PAS DE CÔTÉ (UM PASSO DE LADO)

COLETIVO A-FETO DE DANÇA-TEATRO

ZONAS ABISSAIS

OLHA MAIS PARA MIM

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O QUE ME PERMITE SER 

Sinopse: O que o corpo significa? Sem resposta imediata, comecei a pensar no que poderia significar para outras pessoas e, como de costume, meus preconceitos começaram a responder. Visto que, minhas percepções não são a verdade absoluta e essa também não existe, busquei informações a respeito dessa diversidade de percepções e ideais na tentativa de deslocar o corpo coletando saberes de “personagens sociais” que, até então, me foram apresentados como extremos opostos. Esse documentário foi produzido por Gabrielle Costa Barros, para a proposta da disciplina “Cinema e Ciências Sociais na Produção do Conhecimento”, ofertada pelo professor Carlos Reyna no Instituto de Artes e Design da UFJF. 

Ficha Técnica 

Gravação, idealização e edição: Gabrielle Costa Barros 

Pequeno trecho utilizado da filmagem do Amadança 

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UN PAS DE CÔTÉ (UM PASSO DE LADO)

Sinopse:  Este documentário retrata alguns ateliers de dança realizados com jovens autistas na cidade de Thorigné Fouillard, França.  Esse filme é um suporte para questionarmos a nossa capacidade de aceitar e de construir com o que nos é desconhecido, a nos desfazermos do que pretendemos ou supomos saber, para em seguida abrirmos novos espaços de troca, de partilha, de aprendizado e de construção.

Ficha Técnica: 

Realização: Michel Charron e Anamaria Fernandes

Produção: Associação Dana, DRAC d’Ille et Vilaine, CHGR – Rennes, França

Duração: 36 minutos

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COLETIVO A-FETO DE DANÇA-TEATRO

Sinopse: A proposta da Abordagem Somático-Performativa – modo de Prática Artística como Pesquisa – vem sendo desenvolvida pela pesquisadora nos Laboratórios nos últimos quinze anos, em associação a performances do A-FETO (a exemplo das Mostras de Performance da Escola de Belas Artes da UFBA). As características constitutivas do Coletivo A-FETO, que vem se desenvolvendo e consolidando ao longo dos anos tanto nos Laboratórios quanto nas performances, se resumem a: 1. Utilização de princípios dinâmicos e variações livres do Movimento Autêntico (Authentic Movement), da Análise de Movimento Laban/Bartenieff (Laban/Bartenieff Movement Analysis), da dança-teatro (tanztheater), da dança improvisação e da performance, bem como de outras abordagens, métodos e técnicas em diálogo com estas principais matrizes. 2. Ênfase no processo criativo a partir do movimento corporal, possibilitando a experimentação estética e a transgressão do logocentrismo. 3. Relação intercambiável entre ensino, pesquisa e extensão, integradas através do processo e experiência estéticos. 4. Aprendizagem somática por meio da experiência vivida (perspectiva interna) e compartilhada no convívio afetivo coletivo, integrando profissionais de diferentes formações, contextos e temáticas de pesquisa. 5. Ênfase em processos de longa duração, tanto em performances duracionais quanto em conexões e desenvolvimentos ao longo de vários anos, permitindo o desenvolvimento de relações e nuances criativas em sua plenitude. 6. Adaptação dinâmica a um mundo em constante mudança, a partir de conexões e coerências somáticas em campo expandido, em estados de ecologia profunda e Imersão Corpo Ambiente. Coletivo A-FETO de Dança-Teatro foi fundado e é dirigido por Ciane Fernandes desde 1997.

Ficha Técnica:

Direção:  Ciane Fernandes

Imagens do Coletivo A-FETO de Dança-Teatro e dos Laboratórios de Performance, disciplina curricular do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas, Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia (PPGAC/UFBA).

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OLHAR

Sinopse: Padrões corporais derivados da chegada do Hip Hop ao Brasil e os resultados individuais alcançados depois de anos de negociações, conflitos e interações diversas. Vanilton Lakka frequentemente lança mão do material acima para composição em Dança, dialogando com a Dança Contemporânea, trazendo como resultado trabalhos que pressionam os limites das fronteiras entre Hip Hop e Dança Contemporânea, resultando em uma textura singular que adquire simultaneamente um aspecto de familiaridade e estranhamento para indivíduos de ambos universos. Essa singularidade, especificamente é discutida no vídeo «Olhar» produzido em 2014 em parceria com Programa Itaú Cultural Rumos Legado. É um vídeo etnográfico, que expõe a configuração corporal de Lakka a indivíduos nativos dos universos do Hip Hop e da Dança Contemporânea. Suas reações e ideias, gravadas em vídeo, são o ponto central deste trabalho. 

Ficha Técnica:

Concepção Vanilton Lakka 

Câmeras Camila Oliveira, Vanessa Castro, Lucas Humberto, Bruno Peixoto Edição Bruno Peixoto Luz Claudio Henquire Euripedes de Oliveira 

Produção Marcelo Santos 

Tradução Portugués/Espanhol Luciana Naves 

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ZONAS ABISSAIS

Sinopse: Zonas Abissais traz para o audiovisual cenas do espetáculo Memórias Abissais e relatos do trabalho de roteirização e montagem do espetáculo, criado e exibido em 2019, por estudantes do Bacharelado em Dança da UFRJ. Trata-se de um espetáculo de dança contemporânea, que trabalha com a ilusão de ótica e o movimento da luz e do corpo. Um mergulho no imaginário das memórias profundas, que utiliza o espaço como corpo. O espetáculo tem a dramaturgia inspirada nos peixes abissais, que vivem em condições extremas, na maior profundidade do mar, mas que tem luz própria, revelando sua capacidade de adaptação. A coreografia questiona: há fundo impossível de alcançar? Devido a pandemia, o trabalho não pôde ser mais exibido e foi transformado no documentário Zonas Abissais. Zonas Abissais apresenta na tela o revelar, o contraponto entre a luz e o escuro, o fogo e a água, a timidez e a exposição, a liberdade do mar e o confinamento.

Ficha Técnica:

Direção e edição: Mariana Trotta

Intérpretes/criadores: Clarissa Monteiro, Elaine Canedo, Gabi Gabriela, Geisa Souza, Marcos Henrique Souza, Mariana Costa e Mariceli Diogo

Realização: Departamento de Arte Corporal/UFRJ

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OLHA MAIS PARA MIM

Sinopse: Ei ! Quem é você? Com essa pergunta nossa aula de dança começa. Neste trabalho é compartilhado algumas experiências com alunos do Ensino Fundamental na escola com crianças no Projeto Dança e Potencialidades desenvolvido no Centro Pedagógico da Universidade Federal de Minas Gerais.

Ficha técnica:

Coordenação: Marlaina Roriz

Edição e Video: Thiago Meira

Professora Bolsista: Gisele Petrina.

Produção 2018

Duração: 5H13 minutos