GT3: ESTUDOS INTERDISCIPLINARES DA DANÇA

SUMÁRIO

1 BENEFÍCIOS DA PRÁTICA DO BALLET CLÁSSICO EM TEMPO DE PANDEMIACORPO, DANÇA E VIRTUALIDADE: PROPOSIÇÕES E EXPERIÊNCIAS

2 CORPO, DANÇA E VIRTUALIDADE: PROPOSIÇÕES E EXPERIÊNCIAS

3 DANÇAS REGIONAIS & BALLET CLÁSSICO

4 DANÇA COMO RESISTÊNCIA AO PROCESSO DE DIMINUIÇÃO DA EXPERIÊNCIA NA CIDADE

5 FOTOGRAFIA E TESTEMUNHO: UM ESTUDO DO ARQUIVO FOTOGRÁFICO DE CLAUDIO ETGES PARA ELABORAÇÃO DE MEMÓRIAS DA DANÇA

6 FORMAÇÃO DO BAILARINO INTÉRPRETE DO CEFAR(T) NA CIDADE DE BELO HORIZONTE: DESAFIOS, CONFLITOS E CONTRADIÇÕES

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BENEFÍCIOS DA PRÁTICA DO BALLET CLÁSSICO EM TEMPO DE PANDEMIA 

Keila Rejane Lopes de Barros* – Fábrica de Artes/BH *

Tatiana Lima Boletini** – Doutoranda em Ciência do Esporte – UFMG 

RESUMO: Este artigo tem como objetivo, trazer uma percepção mais aguçada e um olhar mais amplo quanto aos benefícios da prática do ballet para crianças em tempos de pandemia. A pergunta articuladora da pesquisa é a percepção dos pais/responsáveis por meninas que fazem o ballet clássico no modo on-line, em decorrência ao isolamento ocasionado pela COVID-19, suas percepções se a atividade tem beneficiado as suas filhas neste tempo, assim como foi a adaptação deste formato de aula. A amostra é composta por pais de seis crianças com idades de 5 a 8 anos. Para coleta de dados foi realizada uma entrevista semiestruturada, que aconteceu de forma on-line, a qual foram realizadas duas perguntas para os pais. Dos resultados, é ressaltado que para os pais/responsáveis, as aulas ajudaram a manter a rotina, que tem gerado disciplina e prática de atividade física, trouxe interação com colegas de turma e a professora, todos os pontos percebidos, ajudaram as alunas superarem melhor este tempo de isolamento. Sobre a adaptação nas aulas on-line 83% foi de fácil adaptação e para 17% a adaptação foi difícil. Quanto a importância das aulas para as alunas, 67% das alunas as aulas têm sido de extrema importância e 33% as aulas têm sido importantes 


PALAVRAS-CHAVES: Pandemia. Percepção. Ballet Clássico 


* http://lattes.cnpq.br/2422694870855451

COMUNICAÇÃO ORAL

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CORPO, DANÇA E VIRTUALIDADE: PROPOSIÇÕES E EXPERIÊNCIAS

Prof.ª Ms.ª Camila do Amaral Gomes Lopes[1]

Secretaria Municipal de Educação de São Gonçalo/RJ

Prof. Ms. José Guilherme de Andrade Almeida[2]

Secretaria Municipal de Educação de São Gonçalo/RJ; Fundação Municipal de Educação de Niterói/RJ.

RESUMO: A digitalização das relações sociais e dos processos comuns à vida é marca do século XXI, e este processo se aprofundou com a pandemia da COVID-19, cujas demandas sanitárias marcaram uma rápida transposição de atividades para o espaço virtual. Diante desse cenário, buscamos refletir sobre as implicações da referida transposição, ou seja, a virtualização, com especial foco para o corpo e a dança. Nesse espaço virtual, discutimos a compreensão de uma prática cultural e artística que lhe são próprias, a saber, cibercultura e ciberarte. Estas se diferem das práticas fora do ambiente virtual, pois se constituem em outra relação espaço-tempo, outra forma de interação artista-espectador, colocando em funcionamento outros mecanismos sinestésicos e de geração de sentido. De modo similar, o corpo e a dança no virtual não são o corpo e a dança da materialidade, mas inauguram uma forma que é própria do virtual, atravessada pelas dinâmicas características deste espaço, manifestando assim sentidos outros que se constituem a partir das possibilidades de manipulação dos recursos tecnológicos para criação, edição, veiculação e interação do corpo e da dança no espaço virtual.

PALAVRAS-CHAVE: Corpo. Dança. Tecnologia. Virtual. Ciberarte.


[1] http://lattes.cnpq.br/4333244966722467

[2] http://lattes.cnpq.br/9423261877542585

COMUNICAÇÃO ORAL

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DANÇAS REGIONAIS & BALLET CLÁSSICO

Lucienne Ellem Martins Coutinho –Universidade Federal do Pará*

RESUMO: Neste artigo destaco as danças regionais e o ballet clássico, as exemplifico, aponto os conceitos que estão diretamente relacionados a elas, respectivamente: folclore, grupos folclóricos e parafolclóricos; ballet de corte, técnica corporal. Apartir da conceituação de Bião, classifico as danças regionais dotadas das características da teatralidade, e o ballet clássico para exemplificar a espetacularidade, por fim saliento que de acordo com o aspecto enfatizado, a dança poderá assumir seu caráter de espetacularidade, em outro momento de teatralidade e vice-versa.

PALAVRAS-CHAVE: Danças Regionais. Ballet Clássico. Teatralidade. Espetacularidade


*  http://lattes.cnpq.br/5172043282208635

COMUNICAÇÃO ORAL

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A DANÇA COMO RESISTÊNCIA AO PROCESSO DE DIMINUIÇÃO DA EXPERIÊNCIA NA CIDADE

Karina Priscila Figueiredo dos Santos – Universidade Federal de Minas Gerais1* 

Cláudio Márcio Oliveira – Universidade Federal de Minas Gerais 2**

RESUMO: O trabalho tem como objetivo refletir sobre as possíveis relações que se dão entre os temas: corpo, cidade e experiência. As problematizações a partir desses conceitos serão feitas tomando como ponto de partida o ato de se deslocar pela cidade. Para isso foi feita uma “Flânerie” bibliográfica, inspirada pela figura do Flâneur de Baudelaire, que se trata de uma busca por conceitos que relacionam o corpo com o seu entorno, no caso a cidade, com destaque àquela que se formou após os processos de industrialização. Ao se deslocar pela cidade os corpos marcam e são marcados por esses trajetos. Marcas essas que podem ser influenciadas pelo fenômeno da diminuição da Experiência que na contemporaneidade se relacionam ao tempo cada vez mais escasso e cada vez mais acelerado. A Cidade que vem sendo tratada como mercadoria se relaciona ao fenômeno da espetacularização da cidade, onde a principal característica é a padronização dos espaços. Padronização essa que ao ser analisada no contexto da Cultura de Massa atende ao objetivo de grupos que tem como intuito vender a cidade de alguma forma. Ao final desse trabalho serão propostas formas de resistência à diminuição da experiência e ao processo de espetacularização, com destaque à dança que utiliza a cidade como palco, como cenário e como temática da expressão.

PALAVRAS-CHAVE: Vida Urbana. Corporeidade. Educação Física. Experiência.

COMUNICAÇÃO ORAL

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FOTOGRAFIA E TESTEMUNHO: UM ESTUDO DO ARQUIVO FOTOGRÁFICO DE CLAUDIO ETGES PARA ELABORAÇÃO DE MEMÓRIAS DA DANÇA

Verônica Maria Prokopp de Oliveira – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)1 Daniel Silva Aires – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)2 Profa. Dra. Mônica Fagundes Dantas – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)3

RESUMO: O presente artigo se debruça sobre o acervo de Dança do fotógrafo Claudio Etges, nome expoente na fotografia de cena e testemunha da produção cênica do Rio Grande do Sul. Este artigo objetiva refletir sobre a fotografia como um dos disparadores de memória em dança, pensando na imbricação entre o testemunho do fotógrafo e as possibilidades de uma escrita histórica no campo da Dança. Além disso, esse artigo traz um levantamento de dados referente à dimensão do acervo de Etges. Propõe-se assim, a partir do arquivo fotográfico de Etges sobre o Grupo Terra e dos relatos do fotógrafo, uma articulação entre imagem, memória, lembrança e esquecimento.

PALAVRAS-CHAVE: Arquivo. Claudio Etges. Dança. Fotografia. História da Dança.

COMUNICAÇÃO ORAL

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FORMAÇÃO DO BAILARINO INTÉRPRETE DO CEFAR(T) NA CIDADE DE BELO HORIZONTE: DESAFIOS, CONFLITOS E CONTRADIÇÕES

Carla Gontijo Campolim Moraes – UFBA*1

RESUMO: Esta pesquisa teve como objetivo principal problematizar, a partir de uma perspectiva contemporânea, a formação em dança e suas respectivas abordagens metodológicas, buscando identificar e compreender procedimentos que favoreceram a construção de autonomia e autoralidade em dança, tendo como campo de pesquisa o Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado, posteriormente nomeado CEFART (Centro de Formação Artística e Tecnológica). O recorte temporal desta pesquisa foi de 1987 a 2010. Como recurso metodológico, foram realizadas entrevistas semiestruturadas, com dezesseis pessoas, dentre as quais 14 foram docentes do CEFAR, sendo que alguns deles (as) também ocuparam cargos de coordenação e supervisão; e duas ex-alunas que se formaram no ano de 2005. Vários desafios, conflitos e contradições permearam a implantação dos cursos profissionalizantes do CEFAR, desde as questões políticas vividas no período de redemocratização do Brasil, em meados dos anos 80, passando pelas questões curriculares, metodológicas e pedagógicas referentes à implementação e formatação dos novos cursos, especificamente neste trabalho, a dança. Com vistas a diferenciar autores de obras publicadas e entrevistados, optou-se por colocar entre colchete, o [nome dos entrevistados], facilitando assim, o reconhecimento dos depoimentos, em diálogo com os teóricos que fundamentaram a escrita juntamente às narrativas.

PALAVRAS-CHAVES: Formação. Dança. Educação. CEFAR.

COMUNICAÇÃO ORAL

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